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as surpresas de DEUS!

Aprendemos, vivemos e partilhamos a nossa Fé.

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13
Mai16

A história de Maria...

Helena Le Blanc

Num dia destes encontrei uma coisa super-hiper-especial!

Fiz todos os possíveis para adquirir o objeto para a minha família. 

Ora vejam...

 

IMG_2908.JPG

 

É uma espécie de terço sem as tradicionais 53 Aves Marias, 5 Pais Nossos, etc...

Cada conta representa uma palavra de uma história, e neste caso é a história de Maria.

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Substituí a história da bíblia do nosso momento de oração, por esta história. O Xavier fica encantado cada vez que se tira o terço do saquinho e se conta a história. Ele já decorou algumas partes.

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 Aqui ele está a mostrar-me onde começa a história:

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 Um dia o Anjo apareceu a Joaquim e Ana a anunciar-lhes o nascimento de uma filha, de seu nome Maria

Aos 14 anos foi dada em casamento a José, um carpinteiro de Nazaré.

O Anjo Gabriel disse-lhe que foi escolhida para ser Mãe do Filho de Deus.

Pobreza, trabalho, ternura e devoção fizeram parte da sua vida.

Durante os dias de traição, inveja e ódio, chorou e sofreu junto da cruz, com o seu filho crucificado.

Depois da Ascensão de Jesus, Maria ficou entre os Apóstolos em oração, aguardando o Espírito Santo.

Maria foi recebida no Céu de corpo e alma por Deus.

A sua mensagem forte e clara continua a entregar a todo o Mundo, como é exemplo Fátima.

 

Todas as palavras que estão sublinhadas a amarelo corresponde a uma conta. E todas elas com cores, feitios ou materiais diferentes, e de acordo com a palavra que representam. 

Na ultima fotografia o Xavier mostrava-me que o Anjo (medalha com um anjo) apareceu ao Joaquim (conta cor azul) e à Ana (conta cor de rosa choque).

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Aquelas contas lilás com a branca no meio representam os 11 Apóstolos em oração no cenáculo, com Maria no meio.

E aqui podemos observar a parte final da história:

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Hoje é o 13 de Maio. Muita gente, em pensamento ou fisicamente, está no Santuário de Fátima. 

Hoje é dia para rezar, e de falar muito sobre Maria.

O Santuário, para além do recinto, tem uma vertente comercial muito presente. Todos que lá chegam, querem trazer uma recordação. Eu trago sempre qualquer coisa.

A minha lição deste dia é que depois de rezar, deestar com Maria, deconfessar-me (ou pelo menos tentar), de adorar o Santíssimo e de conviver com os amigos, poderá aparecer um objeto suficientemente especial para mim.

Assim, se eu estiver muito atenta poderei escolher bem e encontrar objetos que de facto são interessantes, e que se tornam preciosidades pelo que representam e proporcionam.

Se não o encontrar, não faltem as ocasiões...

12
Mai16

Ir a Fátima a pé...

Helena Le Blanc

Todos os anos vejo muitos peregrinos na estrada, e também tendas e carros de ajuda e de apoio, sejam dos peregrinos sejam dos locais.transferir (1) (1).jpg

É a grande peregrinação a pé até Fátima.

Eu nunca o fiz, e também acho que esta é uma atividade que não é para mim. Já tentei fazer a peregrinação a pé ao Beco: AQUI. Desisti. 

Muitas pessoas que conheço já o fizeram, e é costume ser tema de conversa pois muita coisa acontece por essas estradas fora. Mas também há quem comente que para fazer sacrifícios não é preciso ir a Fátima a pé, pois no seu dia a dia tem muitas oportunidades para o fazer. E confesso que eu achava isto também.

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Durante muitos anos, apesar de ser católica, ser devota a Nossa Senhora, e respeitar muito o esforço dos meus amigos que vão a Fátima (a pé ou em bicicleta), também pensava que se calhar não é necessário desgastes tão grandes e violentos no nosso corpo humano para se fazerem promessas e sacrifícios. A vida dá-nos tantas outras oportunidades para isso!

Há quem o faça por agradecimento de uma especial graça ou dádiva.

Também sei de pessoas que vão porque assim o decidiram, sem terem um especial propósito. Para se desafiarem ou provarem que também conseguem... Não sei. 

Eu sempre achei um pouco "demais"!

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Muita coisa mudou em mim, entretanto.

Num dia destes, enquanto conduzia, calhei em olhar para um destes grupos e veio uma avalanche de pensamentos novos e frescos que... me apanharam desprevenida. Não é que o grupo tivesse alguma coisa de especial, mas de repente percebi que estas peregrinações são oportunidades de:

- retiros espirituais individuais (o caminhar durante tanto tempo em silêncio necessariamente obriga-nos darmo-nos conta de que existe um eu dentro de nós);

- oração comunitária (um conceito pouco entendido nos dias de hoje);peregrinos.jpg

- franco convívio (o esforço é tal que não dá para se ter máscaras);

- remissão dos pecados da humanidade com dor física (tal como faziam os pastorinhos);

- ajudar os outros (todo o apoio que a população presta ao peregrino, como fala Olívia nest post: AQUI.) - dar pousada ao peregrino.

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Se a maioria da população não consegue ver todas estas oportunidades no nosso dia a dia, pelo menos uma vez por ano mobiliza-se e fá-lo, nesta tradição da ida a Fátima a pé.

Temos que acarinhar as tradições... Muitas já se perderam e fazem grande falta... 

E eu: algum dia irei a Fátima a pé? Confesso não ter a resistência espiritual e física. Mas uma coisa posso fazer: rezar, neste mês mariano, pelos peregrinos, que têm a minha profunda admiração.

 

Fatima300MilPeregrinosMay2012.jpg

 

27
Fev16

Problema: o meu terço. Solução?

Helena Le Blanc

Até mais ou menos aos meus 14 anos, eu adormecia todas as noites com o meu terço. Era branco e iluminava-se durante a noite, debaixo dos lençóis. Umas vezes a rezar, outras vezes só a mexer nele.

Depois dessa data, comecei a colecionar terços. Tinha um fascínio por terços. Gostava de olhar e de mexer neles. Cheguei a juntar vários de diversas espécies e feitios. Raramente rezava o terço.

A determinada altura, ofereci quase todos os meus terços. 

primeiro retiro das Famílias de Caná obrigou-me a repensar esta questão. E no post de "Uma conversa a dois" falo exatamente sobre o que me fez decidir começar a rezar o terço, e tem a ver com o facto de eu ser mãe e de querer tudo o que é melhor deste mundo para o meu filho.

Assim comecei a rezar de vez em quando, até que se tornou diário.

Neste processo, descobri que os terços bonitos que tinha rapidamente se partiam. As argolas facilmente se abriam. Frequentemente fiquei com o terço em dois. Cheguei à conclusão que os terços de cordão eram os melhores, os que são habitualmente chamados terços franciscanos. 

Numa ida a Fátima (Peregrinação anual dos Acólitos) procurei estes terços, experimentando-os. Enrolava na minha mão e passava as continhas. Este gesto causou alguma admiração nos vendedores. Eu explicava que estava a experimentar. Alguns deles ficaram surpreendidos por querer comprar um para efetivamente rezar (????!!!!!!).

Encontrei e comprei.

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Numa outra ida a Fátima (Peregrinação anual dos Acólitos) encontrei outro terço que me satisfez. Um terço azul que tinha as continhas grandes. Senti outro prazer em passar aquelas contas grandes nas minhas mãos enormes! Comprei, e tornou-se o meu terço. O outro ficou guardado junto de mais dois no nosso cantinho de oração.

Ultimamente notei que uma das pontas do cordão estava a desmanchar-se. Tentei ajeitar e enfiar a ponta no nó. Tentei em diversas ocasiões mas percebi que estava a desmanchar-secada vez mais. Fiquei preocupada porque não queria perder aquele terço. E a opção de comprar um igual não está disponível (objetivos da nossa quaresma familiar).

Matutei no problema. Já tinha no passado feito terços com corda mas usei nós simples, que não é a mesma coisa que os nós deste tipo de terço. Decidi usar a Internet e fazer uma pesquisa sobre este nó. Encontrei vários pequenos vídeos brasileiros a ensinarem fazer o nó franciscano. 

Tomei uma decisão: vou refazer o meu terço. 

E atrás disso surgiu outro problema: eu tenho andado à procura de um terço das 7 dores de Maria. Não encontro em lado nenhum. Como todos os dias rezamos um mistério desse terço, tinha pensado tentar adquirir um.

Tomei uma segunda decisão: vou fazer um terço das 7 dores de Maria.

Vejam como foi uma parte da minha tarde deste último domingo:

 

 

 

 

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