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as surpresas de DEUS!

O nosso diário: aprendemos, vivemos e partilhamos a nossa Fé.

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16
Jan16

As palavras mágicas!

Helena Le Blanc

Numa destas manhãs, o Xavier saiu de casa com uma colher de pau.

Quando era bebe, ele engraçou tanto com as colheres de pau que era frequente vê-lo com uma.

Perdeu várias. Compramos muitas.

P1070032.JPG

À medida que foi crescendo os objetos iam mudando, mas sempre com o mesmo hábito: na maior parte dos dias sair sempre de casa comum objeto de casa, normalmente da mamã (tacho, testo, sertã, etc..). Só depois dos 2 anos é que começou a levar brinquedos seus.

P1070030.JPG

Eu permitia. Como nunca quis chupeta, percebi que esse seria o seu objeto de "compensação".

No entanto, e depois de feitos 3 anos, calculo que, mais dia ou menos dia, a Educadora irá (necessariamente) falar comigo sobre isto. E percebo perfeitamente porquê. Comecei a tentar desincentiva-lo a levar o brinquedo para a escolinha. Havia dias que a minha "manha" ou metodologia funcionava e ele aceitava bem, outros dias fazia birra e outros simplesmente eu deixava.

Mas, num destes dias decidi que não poderia mais facilitar. Preparei-me para birras durante vários dias.

Coincidiu ser o dia que ele novamente "se lembrou" da colher de pau.

P1070037.JPG

Durante a viagem, até à escolinha, iniciei o meu diálogo. Informei-o que teria que deixar a colher no carro, e expliquei-lhe o porquê: poderia aleijar os ouros meninos, poderia estragar acidentalmente a colher de pau, ou com ela partir um vidro ou outra coisa, etc... 

Ele, em contrapartida ouvia e resistia, preparando-se para fazer birra!

Respirei diversas vezes fundo, estacionei, tirei-o do carro e... de repente eu (sem saber) disse as palavras mágicas: Xavier, os meninos ficam tristes porque tu tens uma coisinha e eles não!

Ele olhou para mim muito sério e... guardou a colher de pau num sítio do carro. Depois dispôs-se a ir para a escolinha sem birra ou desagrado.

Eu fiquei, no mínimo, surpresa.

Nos dias seguintes, aconteceu a mesma coisa, com a diferença de ter demonstrado mais resistência num deles, mas depois ele acabou por ceder e sem birra, mas sempre com este "argumento mágico": os meninos ficam tristes!

IMG_0074.JPG

Como uma amiga me dizia no outro dia, no facebook, afinal nós (adultos) é que temos a mania de complicar tudo!

Porque raio é que não foi esse o meu argumento desde o início? Tão óbvio, tão simples e tão "certíssimo"!

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