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as surpresas de DEUS!

O nosso diário: aprendemos, vivemos e partilhamos a nossa Fé.

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29
Dez17

A Árvore de Jessé

Helena Le Blanc

A Árvore de Jessé é a árvore da família de Jesus.

A época de Natal é sobre o nascimento de Jesus Cristo. Como referiu o Papa Francisco em 27/12/2017, não se pode "desnaturalizar" o Natal: "em nome do falso respeito por quem não é cristão, elimina-se da festa toda referência ao nascimento de Jesus. Sem Jesus não há Natal”.

Em cada ano relembramos a história do seu nascimento e sentimos que Jesus está e continua vivo dentro de nós. Sim, sentimos que ainda há esperança para a humanidade (através de tantas iniciativas de Caridade e Generosidade na época natalícia), aliás sempre houve. Deus têm e continua a ter esperança em nós, e só isso basta.

Então a Árvore de Jessé é uma proposta de caminho no advento, tal como de um calendário se tratasse. E toma o nome de Jessé porque é dele que nasce o pequeno grande Rei David de cuja linhagem nascerá José, o pai que dá o nome a Jesus. 

 

Portanto estas histórias são propostas para que nesta época relembramos as grandes histórias da Bíblia, umas mais conhecidas do que outras. 

O ciclo do Advento nem todos anos tem o mesmo numero de dias. Assim, em 2017 a árvore de Jessé foi planeada com 23 dias. Há vários projetos/guiões na internet para esta atividade e que poderão utilizar.

Eu decidi planear dia a dia (e publicar neste blog) com base nesta proposta americana de Tara Ziegmont (www.FeelsLikeHomeBlog.com)

PDF - Advent-Ebook-JESSE TREE (2).pdf

 

Para cada dia está estipulado um objeto (a a pendurar numa árvore), um tema e a história bíblica. Eu acrescentei uma porposta de atividade familiar (que poderá ser adapatda para grupo de crianças de um infantário (Educação Pré-Escolar), grupo de catequese, grupo de oração, etc...

Nós não conseguimos seguir à risca todos os dias neste ano de 2017. Houve dias que chegamos muito tarde a casa não havendo tempo para mais nada. No entanto no dia seguinte retomou-se continuando a percorrer este calendário.

Estas são  sugestões no caso de Vos faltar ideias ou se decidirem numa noite experimentar uma destas histórias. Poderão trocar, saltar, fazer intervalos, alterar, mudar, mas não deixem de tentar fazer... Porque poderão ter boas surpresas. Tudo o que mete Deus, mete surpresas!

 

Aqui ficam todas as publicações que fiz durante o Advento de 23 dias de 2017 num único PDF: 

Árvore de Jessé HBLB.pdf

 

 

tree-693807_1920.jpg

 

 

 

03
Ago16

Movimentos religiosos

Helena Le Blanc

Caríssimas/os Amigas/os:

Na ultima vez que "bloguei" - será assim? - falei sobre a nossa grande novidade: o movimento das Famílias de Caná formalmente (e finalmente) reconhecido pela igreja dos homens.

Lembro-me de, nas vésperas, refletir sobre o caminho que nós (eu e a minha família) percorremos desde que aceitámos fazer parte desde movimento. Tanta coisa mudou, em nós e em mim!

Porquê fazer parte de um movimento se afinal todos somos católicos? Esquisito? Não faz sentido?

... para mim fez muito sentido a determinada altura da minha vida.

 

Ora vejamos:

Todos somos católicos praticantes que professam a Igreja una, santa, católica e apostólica. Sim, é verdade. Todos somos irmãos de Jesus Cristo, filhos divinos de Deus.

No entanto, apesar de termos o mesmo Pai - Deus, e sermos irmãos de Jesus Cristo, simpatizamos mais com determinados Santos que (naturalmente) se tornam modelos e referências, ou então toca-nos determinados aspetos da aliança proposta, duas vezes, por Deus.

Temos movimentos que centram-se na Palavra de Deus (a Bíblia), em Maria (a Mãe de Jesus e nossa querida Mãe), no Espírito Santo, nos Santos/Beatos/Individualidades carismáticas (movimentos que à luz do seu Líder procuram multiplicar e continuar a sua obra), etc... 

 Picture11.jpg

Eu tive a oportunidade, na minha juventude, de participar em atividades do Movimento Salesiano (retiros para jovens, encontros, vivencia da espiritualidade de João Bosco). Fez muito sentido já que eu era uma jovem e São João Bosco viveu inteiramente para os jovens.

Mas na minha vida adulta não subscrevi este ou qualquer outro movimento. Fiquei alienada de tudo isto... muito magoada.

 

Percebi, tarde e a más horas, que ficar zangada com o Sr. Bispo, por ele ter aceite uma petição popular para mudar o Pároco da altura e envia-lo para Moçambique, não foi a melhor solução e atitude! Afinal o Pároco é sómente o mensageiro d`ELE. 

 

Tenho as melhores recordações do Padre Luís Gonzaga Belo. Gostava (gosto) muito dele! Ele fez tanto connosco (jovens)!

Foram teatros (com qualidade), foi levar-nos a retiros salesianos, foi participar-mos em encontros, foi dinamizar a catequese, foi constituir um grupo de oração através do Livro dos Salmos, foi apoiar um grupo da Laura Vicunha, etc....

Tanta coisa... dinamizado por um Padre que era jovem (anormal em Mogofores), e que usava meias com sandálias, para além de colocar o mostrador do relógio no lado do pulso. Ele não desistia de nenhum jovem de Mogofores! Foi o último Padre a viver na Casa Amarela (segundo o que me parece)!

 

Desapareci por diversos anos... (5 anos universitários e 7 anos de trabalho). Por isso não participei em  nenhum dos Encontros Mundiais da Juventude organizados pelo Santo Papa João Paulo II e ouvi/li sobre a sua Teologia do Corpo! Consequentemente, cometi imensos erros dos quais hoje (muito) me arrependo!

Ironia do destino... fiquei sentida por alguém ter retirado o mensageiro e consequentemente acabei por perder o mais importante.

Quantas coisas más eu fiz porque o meu namorado pediu! Quantas vezes eu traí os meus valores porque o meu namorado pediu! Menti, enganei, aldrabei, inventei, odiei. 

Regressei à igreja, depois de descobrir que a grande paixão tínha-me traído! Disse-lhe SIM a tudo e... recebi um grande pontapé! Bati no fundo do poço. 

Pouco a pouco fui descobrindo novamente a Lena (de 12 anos atrás). Encontrei um mundo novo, cheio de perdão, de surpresas, de amor de Deus! 

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Nem imaginas, cara amiga/amigo, como me sinto agradecida por Deus me dar uma segunda (grande) oportunidade e... encher a minha vida de tantas graças! 

 

Encontrei as Famílias de Caná.

Perguntaram-me: estás disposta a dar o teu SIM para Deus (EU e JESUS)? SIM, pois o resto são "balelas".

O que interessa é o hoje e o agora, para um futuro recheado de mudanças e vontade.

Para mim, fez todo o sentido.

Desde que subscrevemos, em família, temos tido diversas fases... de maior ou menor distanciamento. O que interessa é sermos verdadeiros e não desistirmos, pois ninguém é perfeito (afinal nem os Santos o são!)

Deus aceita TUDO. Deus é... egoísta pois quer todo o nosso amor e atenção, mas também é generoso e carente! Sim, carente. Basta um sentimento genuíno de arrependimento e de vontade sincera de O amar com todas as forças que Ele "derrete-se" todo...

 

Duvidas? És Mamã ou Papá? Se o és, então sabes... sentes a verdade.

 

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Cada movimento religioso tem o seu carisma, o seu "quê" diferente. Já tive a oportunidade (por diversos motivos) de conhecer 2 ou 3 movimentos.

Mas para mim, foram as Famílias de Caná que "tocaram na tal tecla".

Queres saber porquê? Lê o livro "A Alegria do Amor" do Papa Francisco.

 

O Sr. Padre José Augusto Fernandes foi um apoiante e grande impulsionador do movimento das Famílias de Caná, mas... vai embora de Mogofores por imposição superior!

(Ai ai ai... outra vez! Repete-se "a cena").

Desta vez sei melhor. Percebi e aprendi a lição!

O Sr. Padre José Fernandes foi um grande motor de mudança na minha vida, e pelo que me parece na vida de muitas pessoas.

Ele, sem dúvida que, depois da sua saída de Mogofores, é um homem mais perfeito. Deixa um grande legado!

Sr. Padre José Fernandes: cada vez que, ao domingo, tomar a estrada para o Santuário de Nossa Senhora de Auxiliadora de Mogofores pensarei em si. Que Deus o cubra de bênçãos todos os dias da sua vida! 

 

12
Mai16

Ir a Fátima a pé...

Helena Le Blanc

Todos os anos vejo muitos peregrinos na estrada, e também tendas e carros de ajuda e de apoio, sejam dos peregrinos sejam dos locais.transferir (1) (1).jpg

É a grande peregrinação a pé até Fátima.

Eu nunca o fiz, e também acho que esta é uma atividade que não é para mim. Já tentei fazer a peregrinação a pé ao Beco: AQUI. Desisti. 

Muitas pessoas que conheço já o fizeram, e é costume ser tema de conversa pois muita coisa acontece por essas estradas fora. Mas também há quem comente que para fazer sacrifícios não é preciso ir a Fátima a pé, pois no seu dia a dia tem muitas oportunidades para o fazer. E confesso que eu achava isto também.

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Durante muitos anos, apesar de ser católica, ser devota a Nossa Senhora, e respeitar muito o esforço dos meus amigos que vão a Fátima (a pé ou em bicicleta), também pensava que se calhar não é necessário desgastes tão grandes e violentos no nosso corpo humano para se fazerem promessas e sacrifícios. A vida dá-nos tantas outras oportunidades para isso!

Há quem o faça por agradecimento de uma especial graça ou dádiva.

Também sei de pessoas que vão porque assim o decidiram, sem terem um especial propósito. Para se desafiarem ou provarem que também conseguem... Não sei. 

Eu sempre achei um pouco "demais"!

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Muita coisa mudou em mim, entretanto.

Num dia destes, enquanto conduzia, calhei em olhar para um destes grupos e veio uma avalanche de pensamentos novos e frescos que... me apanharam desprevenida. Não é que o grupo tivesse alguma coisa de especial, mas de repente percebi que estas peregrinações são oportunidades de:

- retiros espirituais individuais (o caminhar durante tanto tempo em silêncio necessariamente obriga-nos darmo-nos conta de que existe um eu dentro de nós);

- oração comunitária (um conceito pouco entendido nos dias de hoje);peregrinos.jpg

- franco convívio (o esforço é tal que não dá para se ter máscaras);

- remissão dos pecados da humanidade com dor física (tal como faziam os pastorinhos);

- ajudar os outros (todo o apoio que a população presta ao peregrino, como fala Olívia nest post: AQUI.) - dar pousada ao peregrino.

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Se a maioria da população não consegue ver todas estas oportunidades no nosso dia a dia, pelo menos uma vez por ano mobiliza-se e fá-lo, nesta tradição da ida a Fátima a pé.

Temos que acarinhar as tradições... Muitas já se perderam e fazem grande falta... 

E eu: algum dia irei a Fátima a pé? Confesso não ter a resistência espiritual e física. Mas uma coisa posso fazer: rezar, neste mês mariano, pelos peregrinos, que têm a minha profunda admiração.

 

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