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as surpresas de DEUS!

Aprendemos, vivemos e partilhamos a nossa Fé.

as surpresas de DEUS!

Aprendemos, vivemos e partilhamos a nossa Fé.

25
Jan16

Será que sou tão distraída?

Helena Le Blanc

No nosso canto de oração temos uma pia com água benta. Depois da última Pascoa, empenhei-me na aquisição de um porta água benta (não me lembro do porquê).

Encontrei a pia durante um passeio que fiz com a minha sogra na Ribeirinha/Porto. 

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Antes...

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Depois...

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Todos os dias, terminamos a nossa oração benzendo-nos com água benta.

Mais ou menos, de duas em duas semanas, precisamos de encher um frasquinho de 33 ml.

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No fim do ano passado, esqueci-me de levar o habitual frasquinho para encher na pia do Santuário de Mogofores. Ficámoss sem nenhuma água benta. O Xavier reclamou muito, e nem o "faz de conta" funcionou.

Chegou o Retiro de Natal das Famílias de Caná e, antes de sairmos de casa, coloquei o frasquinho na minha carteira, com a certeza de, em Fátima, encontrar água benta.

Em Fátima não consegui iencontrar nenhuma pia com água benta. Fui a uma loja e perguntei se poderia comprar água benta. Disseram-me que poderia sómente comprar o vasilhame mas que encontraria a água no meio do recinto do Santuário. 

- O quê? - Não percebi e pedi para me explicarem melhor.

No meio do recinto, em frente da Capelinha das Aparições há uma fonte de água. 

No meio? Fonte de água? Lembrei-me de Lourdes. Eu e o James tivemos a oportunidade de visitar Lurdes há uns anos atráa. Todos falavam da fonte cuja água é abençoada!

Dirigi-me de imediato para o recinto e procurei a tal fonte! Como é que eu nunca me tinha apercebido da fonte? Serei eu tão distraída?!

Depois de olhar com atenção, percebi!

Enchi o meu frasquinho de 33 ml.

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No entanto, fiquei com a pulga atrás da orelha!

Hoje tivemos que ir a Fátima (assuntos de família). Tive o cuidado de levar 3 garrafas de água vazias para encher. Aproveitann«do estar lá, tentei tirar a história a limpo.

As respostas não foram conclusivas. Uns dizem que sim, outros dizem que não.

Depois do jantar estive a pesquisar.

Percebi que os poços abertos nunca secaram mesmo quando seria suposto ter acontecido, e que foram abertos para satisfazer a sede de tantos peregrinos. Apesar das obras do recinto, ao longo dos anos, as fontes continuam lá (com túneis associados).

Mas pergunto-me eu: porque é que eu nunca vi as fontes?

Cada vez que fui a Fátima (foi lá que fiz a minha Primeira Comunhão), nunca me apercebi das fontes?!

Perguntei aos meus pais e também desconheciam.

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Será que a água é especial? Abençoada?

Eu acredito que seja por duas principais razões:

- Está em solo que teve o privilégio de sentir a presença de Nossa Mãe do Céu!

- Todos os dias recebe a bênção dos (muitos) presbíteros que presidem às cerimónias na Capelinha das Aparições. As fontes encontram-se imediatamente em frente. 

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Porque é que a água benta se tornou tão importante para a minha família?

- Nós acreditamos (piamente) que a água benta nos defende dos males espirituais, e até dos males físicos! 

Há pessoas que me falam dos "males olhados", "invejas", "feitiços"...

Eu respondo: não tenho problemas com essas coisas. Como vou todos os domingos à missa, obtenho a protecção necessária (para mim e para a minha família).

A missa, aparentemente tida como aborrecida para muitos, têm efeitos e consequências muito para além do que os nossos olhos nos permitem ver! 

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Para concluir, deixem-me Vos contar a seguinte história:

O Xavier com 3 anos, (e Graças a Deus) até á data, nunca tomou um antibiótico.

Doenças que teve até hoje:

- Uma gastroenterite com um ano e pouco;

- Febre por causa dos dentinhos.

Ele é uma criança que frequenta a creche desde os 4 meses (shame on me!)

Nas ultimas duas semanas, depois da oração final, o Xavier recusou-se a fazer a sua bênção com a água benta. Eu respeitei, e não o obriguei.

Por coincidência (ou não) ele apanhou um (dos habituais) vírus na escolinha. No último fim de semana teve vómitos. Neste fim de semana foi a vez da diarreia!

Ontem voltou a concordar fazer a sua bênção com a água benta.

Desde hoje de manhã que começou a melhorar.

Será coincidência ou realidade?

16
Jan16

As palavras mágicas!

Helena Le Blanc

Numa destas manhãs, o Xavier saiu de casa com uma colher de pau.

Quando era bebe, ele engraçou tanto com as colheres de pau que era frequente vê-lo com uma.

Perdeu várias. Compramos muitas.

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À medida que foi crescendo os objetos iam mudando, mas sempre com o mesmo hábito: na maior parte dos dias sair sempre de casa comum objeto de casa, normalmente da mamã (tacho, testo, sertã, etc..). Só depois dos 2 anos é que começou a levar brinquedos seus.

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Eu permitia. Como nunca quis chupeta, percebi que esse seria o seu objeto de "compensação".

No entanto, e depois de feitos 3 anos, calculo que, mais dia ou menos dia, a Educadora irá (necessariamente) falar comigo sobre isto. E percebo perfeitamente porquê. Comecei a tentar desincentiva-lo a levar o brinquedo para a escolinha. Havia dias que a minha "manha" ou metodologia funcionava e ele aceitava bem, outros dias fazia birra e outros simplesmente eu deixava.

Mas, num destes dias decidi que não poderia mais facilitar. Preparei-me para birras durante vários dias.

Coincidiu ser o dia que ele novamente "se lembrou" da colher de pau.

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Durante a viagem, até à escolinha, iniciei o meu diálogo. Informei-o que teria que deixar a colher no carro, e expliquei-lhe o porquê: poderia aleijar os ouros meninos, poderia estragar acidentalmente a colher de pau, ou com ela partir um vidro ou outra coisa, etc... 

Ele, em contrapartida ouvia e resistia, preparando-se para fazer birra!

Respirei diversas vezes fundo, estacionei, tirei-o do carro e... de repente eu (sem saber) disse as palavras mágicas: Xavier, os meninos ficam tristes porque tu tens uma coisinha e eles não!

Ele olhou para mim muito sério e... guardou a colher de pau num sítio do carro. Depois dispôs-se a ir para a escolinha sem birra ou desagrado.

Eu fiquei, no mínimo, surpresa.

Nos dias seguintes, aconteceu a mesma coisa, com a diferença de ter demonstrado mais resistência num deles, mas depois ele acabou por ceder e sem birra, mas sempre com este "argumento mágico": os meninos ficam tristes!

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Como uma amiga me dizia no outro dia, no facebook, afinal nós (adultos) é que temos a mania de complicar tudo!

Porque raio é que não foi esse o meu argumento desde o início? Tão óbvio, tão simples e tão "certíssimo"!

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