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as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

Senhor, minha bandeira!

16.03.15, Helena Le Blanc

Eu sou evangelizadora/catequista.


Na nossa Paróquia não temos os tradicionais catecismos. Temos os “Mistérios da Fé” (tês volumes), pelos quais nos guiamos. Estes livros são da autoria de Teresa Power, também evangelizadora/catequista na mesma Paróquia.

 

Mistérios da Fé

 

Um destes últimos sábados fui surpreendida por um relato bíblico: a guerra entre os Amalecitas e os Israelitas, durante a travessia no deserto pelo Povo de Israel (Livro do Êxodo, Capitulo 17, versículos 8 a 15).


Fiquei indecisa. Como é que eu iria dar a conhecer esta história bélica? Se por um lado eles naturalmente gostam, por outro é um assunto complicado, para mim, de falar: Deus e guerra! 


Mas, na minha opinião, um relato incrível. Não me recordo de alguma vez ter ouvido falar, na minha catequese ou noutras ocasiões! 


Assim, repentinamente, decidi simplificar e iniciar o encontro com um jogo. Desafiei as criança (desculpem, pré-adolescentes) a fazerem um jogo: duas equipas (A e B) que iriam fingir que estavam a lutar (luta corpo a corpo, espingardas, espadas, etc.). As regras foram as seguintes: quando eu levantava as minhas mãos ambas as equipas fingiam que a equipa A estava a ganhar; quando eu baixava as mãos ambas as equipas fingiam que a equipa B começava a ganhar a batalha!


Durante pelo menos 20 a 30 minutos eles divertiram-se com este jogo. De vez em quando trocavam de personagens. Eu também ia trocando com eles.


No fim, perguntei-lhes se queriam saber qual era a verdadeira história que estava por de trás deste jogo. Ofegantes, quiseram saber.


À medida que íamos avançando na história, eu comecei a observar aqueles pequenos cérebros a perceberem e a aprenderem (melhor “a fazer-se luz”). Foi tão giro, interessante e satisfatório!


Quiseram, depois de lermos a historia e vermos algumas imagens, repetir, já não o jogo, mas o teatro da batalha. Todos quiseram ter a oportunidade de, pelo menos uma vez,  representarem cada personagem (Moisés, os amigos que lhe seguraram as mãos, os israelitas soldados, os amolecias soldados)! Ainda bem que tenho um grupo pequeno!


O relato bíblico termina referindo que Moisés construiu um altar e deu-lhe o nome de “Senhor minha bandeira”.


Até esse dia, ainda não tinha parado e refletido para perceber qual seria o meu percurso nesta Quaresma. De repente, ao preparar este encontro de catequese e no decurso do mesmo, percebi qual seria o meu lema e objetivo para a minha caminhada desta quaresma.


Senhor, minha bandeira!” Construí uma bandeira, símbolo da vitória de Jesus sobre a morte, as trevas, as forças do mal!


E, na minha bíblia, encontrei o seguinte comentário, junto desta passagem: “a oração faz a diferença. (…) a oração faz bem à saúde emocional e física e ajuda a alcançar curas (…) A energia espiritual é uma força comprovada e poderosa. A oração nem sequer precisa de palavras.

 

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