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as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

Quase um roubo... por muito pouco!

22.03.15, Helena Le Blanc

Na ultima sexta-feira, tive que ir fazer compras de ultima hora. No dia seguinte, iria ter um grupo a jantar lá em casa, e estavam a falhar algumas coisitas.

Já há algum tempo que não ia com o meu filho às compras. Ele quis ir sentado num dos carrinhos de compras.
Com a minha lista percorri os diversos corredores.

Como temos um cão novo na família, parei na área dos animais para escolher-lhe um brinquedo. A nossa primeira cadela nunca gostou de brincar. O meu filho, escolheu uma espécie de bola verde, e passou o resto do tempo a brincar com esta.
Chegamos à caixa e coloquei todos os artigos no tapete rolante. Rapidamente voltei a arrumá-los e efetuei o pagamento.
Estava muito satisfeita com o meu filho, pois ele tinha-se portado muito bem!

Quando cheguei ao carro reparei que o brinquedo que ele tinha escolhido para o cão não tinha passado pela maquina. Fiquei “perdida”. Fui arrumando as compras e… começou o grande dilema: o que faço? Deixo passar a situação, arrumo o brinquedo e vamos embora? Afinal, até é um grande hipermercado, e portanto devem faturar bastante bem… Uma coisita não lhes fará diferença…

Pensei no meu filho, no tipo de valores que quero que ele aprenda. Pensei em mim própria. Se fosse há uns anos atrás, não teria pensado. Mas pensei. Pensei uma, duas e três vezes. Arrumei tudo no carro, peguei na minha carteira, no meu filho ao colo, no brinquedo, e voltei a entrar na área comercial.

Dirigi-me ao balcão de apoio. Depois da minha explicação, a funcionária erradamente percebeu que eu queria devolver o brinquedo. Reafirmei que queria comprar, esclarecendo que foi um engano que a funcionária, que estava na caixa, não tinha culpa nenhuma. Não queria, de todo, que a colaboradora tivesse qualquer problema. A funcionária percebeu, registou e cobrou. Eu paguei.

Estava à espera de uma reação de surpresa. Suponho que não serão todos os dias que este tipo de situação acontece. Mas a funcionária não reagiu… Fiquei a pensar…

Será que, afinal, eu julgo tão mal a nossa geração? Ou ainda fará parte do teste?

Não sei, mas o facto é que mantive-me segura e serena até ao fim, sem levantar problemas para ninguém, mantendo a situação o mais discreta possível.

Vim-me embora a sentir-me tão orgulhosa de mim própria. E só isso bastou!

 

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