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as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

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Os animais da nossa família!

24.02.16, Helena Le Blanc

O Pluto é mau - palavras do meu filho.

O Pluto é o cão que encontrámos, em março do ano passado.

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 Nessa altura tínhamos dois gatos e uma cadela. Todos já vivem connosco há bastante tempo.

Quando eu conheci o James, ele tinha a cadela, a Filo. Eu tinha um gato, o Anjo.

Quando começámos a viver juntos, num belo dia, a Filo encontrou uma gatinha bebé debaixo de um carro: a nossa querida Zuca (que desapareceu há uns meses).

O James, alérgico ao pelo dos gatos, fez sempre questão de, apesar dessa fragilidade, viver com eles.

Quando fiquei grávida colocou-se esse problema. Diz-se que uma mulher grávida não pode conviver com gatos. E é costume "despejá-los" de casa.

Para nós, nunca foi sequer uma opção. Informei-me junto do pediatra, li uns artigos e cheguei à conclusão que eu somente deveria ter cuidado com as fezes deles. Ou seja, durante o período da gravidez o James ficou responsável pelas caixinhas das necessidades deles.

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Continuei a conviver com eles da mesma forma. Não mudou nada à exceção desse pequeno pormenor e de uma maior preocupação da limpeza do balcão e lava-loiça antes da preparação de todas as refeições.

Eles habituaram-se a nós e nós a eles. Temos na nossa memória tantos momentos bons de convívio com os nossos animais!

Quando regressei a casa, já com o meu bebé, confesso que me fez alguma confusão a "balbúrdia" da nossa casa. Mas passados alguns dias, já estava outra vez habituada. Durante os primeiros 2 a 3 meses estivemos muito atentos ao bebé no sentido de perceber se ele teria herdado a alergia do pai.

E ele foi crescendo e os animais foram-se habituando ao bebé barulhento, estando sempre à volta dele. Os nossos animais deixaram de ter tanta atenção mas também não tiveram, nunca, uma reação negativa ao bebé chorão que veio alterar todas as rotinas da casa.

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Quando chegou a fase de ele andar no chão e começar a gatinhar, voltámo-nos a preocupar com a questão dos animais.

A limpeza da casa teve que ser mais periódica. Mas com o tempo deixou de fazer-me tanta impressão. O bebé adorava andar no chão atrás dos animais.

Temos neste momento 2 gatos (o Anjo e a Nina - uma gatinha que veio da Feira Tradicional da escolinha do Xavier) e a cadela Filo.

O Pluto foi transferido para casa dos meus pais. Nós não nos conseguimos adaptar a ele, nem ele à nossa dinâmica familiar. Assim, percebemos que a casa dos meus pais e o tipo de vida que levam está mais de acordo com as características deste nosso cão. Ele está feliz. Vemo-lo todos os domingos.

O Xavier continua a conviver com ele, dizendo sempre que "o Pluto é mau!".

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 Ontem, nas redes sociais li um artigo sobre um discurso do nosso Papa sobre o modo como desrespeitamos os animais. E dizia ele a determinada altura:

"Momentos de total desespero no momento da morte. Estamos sujeitando animais inteligentíssimos e muito sensíveis a vidas inteiras de escuridão, solidão, mau cheiro, tortura, violência, pânico e covardia. Qual a justificativa?"

Os animais inteligentíssimos e muito sensíveis fazem parte da nossa família, e contribuem tanto para o nosso bem estar! Dão-nos amor, lealdade, brincadeira, atenção... Os nossos fazem-nos muita companhia, em todos os momentos da nossa vida, inclusive quando vamos rezar. Todos rezamos cá em casa. 

 

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