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as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

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O meu nome próprio

24.04.16, Helena Le Blanc

Nunca gostei do meu nome. nome Helena.png

Não me soa bem, para além de não o identificar comigo.

Estou habituada ao nome e reajo automaticamente, mas... 

Nunca gostei, até ao dia em que li a história de Santa Helena.

Fiquei agradavelmente surpreendida e  muito "orgulhosa", pois ela foi um exemplo. Mais do que isso, ela teve uma participação muito especial na história da Igreja.

Ora vejam, de forma resumida:

- A jovem Flávia Júlia HELENA, filha do dono de uma pousada, apaixonou-se por um militar romano. Este, igualmente apaixonado, não pode casar com ela pois apesar de ser uma rapariga digna e simples, não era romana. No entanto, não foi impeditivo para desenvolverem os seus sentimentos. O romano, de alta linhagem, começou a subir na carreira militar. Ela acompanhava-o sempre. Tiveram um filho, Constantino.

O romano, Constâncio Cloro, precisava de ser um homem casado, por razões de Estado Foi obrigado a repudiar Helena. Esta ficou sozinha, com o filho nos braços.

Passados alguns anos, o pai de Constantino, reclamou os seus direitos e retirou-o à sua mãe. Passou a viver em acampamentos militares acompanhando o seu pai e diversos Césares.

Helena ficou sozinha. Passou a dedicar-se completamente aos outros, em obras de caridade. Não se sabe em que altura se terá convertido e batizada, mas durante este tempo a sua alma foi amadurecendo.

Esclareço que a (nova) religião cristã era proibida, e quem fosse apanhado em alguma pratica era barbaramente perseguido.Santa_Helena_02.jpg

O militar, pai de Constantino, tornou-se o Imperador de Roma e de todas as províncias.

O pai morre e Constantino, seu filho herdeiro, sucede-o. E a primeira coisa que faz, como Imperador, é chamar sua mãe para perto de si. Acumulou-a de atenções, atribuindo-lhe o título de AUGUSTA. Apesar dos anos que viveram separados, ele guardou no seu coração a boa educação e os ensinamentos da sua mãe. E foram estes que permitiram que o Imperador Constantino pedisse para ser batizado e reconhecesse a religião cristã como uma religião permitida no reino, através do documento Édito de Milão, em 325 d. c.. Foi o primeiro homem com responsabilidades governamentais a proteger a nossa religião. Convocou o primeiro Concílio da Igreja Universal em Niceia.

Helena, com as riquezas que o filho lhe colocou à disposição, construiu basílicas em Roma e noutros locais, e embelezou muitas outras. Sempre humilde e simples, continuou as suas obras de caridade, com um só objetivo: estender por toda a parte o conhecimento e amor de Cristo. 

 

Agora percebem como fiquei feliz com o nome Helena, pois afinal eu tenho o nome de uma grande Santa da Igreja de Cristo.

Fim de história.

Não, não é o fim da história.

Deus continuou a surpreender-me com esta questão do meu nome!

Amanhã conto.

 

 

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