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as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

num SPA...

14.06.15, Helena Le Blanc

Hoje em dia falamos muito em SPAs, e na necessidade que temos deles. Por causa do ritmo de vida que levamos e os grandes níveis de stress que desenvolvemos, facilmente pensamos em como um SPA, em determinados momentos, seria maravilhoso.

No entanto, há pessoas que sentem necessidade de mais, de muito mais. 

Em momentos da vida muito complicados, por exemplo por causa do desemprego, de problemas financeiros, crise no casamento, problemas de saúde graves, tragédias inesperadas, sentem que precisam de mais, de muito mais...

Procuram alguma coisa que faça com que "aguentem", que lhes traga confiança no futuro, que se sintam importantes, valorizados e especiais.

Através de um livro, de uma revista, da internet, da televisão, da amiga, do ginásio, do SPA, encontramos diversas "filosofias", "guias espirituais", metodologias para encontrar o "eu", etc.

Todas essas alternativas, normalmente estão ligadas ao corpo, à mente, à energia, à alimentação, às pedras preciosas, aos signos, à disposição do mobiliário em casa, aos cheiros, etc...

Mas, sendo nós naturais de Portugal, um dos países da "velha guarda" da Europa, a religião está entrusada na nossa história, na nossa cultura. Raro é aquele ou aquela que não andou na catequese, ou pelo menos foi batizado. 

No entanto, há pessoas que sentem necessidade de mais, de muito mais?

 

- "Não concordo com muita coisa da igreja"

- "Não encontro respostas na igreja"

- "Não se medita na igreja"

- "É só os outros, os outros, mas e nós?"

- "A igreja não me ensina, aborrece-me com regras e mais regras"

- "O Padre é uma seca! Só arranja problemas onde não existem"

- "Não entendo porque é que tenho que ir à Missa"

- "Não sinto nada de especial ao comungar"

...

 

A lista de respostas e afirmações poderia ser maior, mas paro aqui.

Também poderia comentar cada uma destas afirmações, com respostas que acredito que poderão surpreender o titular.

Mas não o vou fazer, à exceção da ultima. Não consigo resistir: "não sinto nada de especial ao comungar".

Alguma vez alguém disse que era suposto nós sentirmos fisicamente alguma coisa ao comungar?

Por acaso alguém consegue sentir a sua alma, como sente as pernas ou os braços?

Sentir sentimos no médico a seringa da injecção, ou à mesa de jantar quando comemos uma rodela de limão, ou quando bebemos várias bebidas alcoólicas, ou depois de uma hora de intenso exercício físico no ginásio, ou ao apanhar descuidadamente uma rosa, ou quando tentamos vestir umas calças um numero mais abaixo do nosso, etc...

Portanto, pensem nisto, e nas surpresas que poderão encontrar...

 

Por falar em surpresas, meu marido teve uma que sentiu e muito, provavelmente mais do que ele sentia necessidade.

 

 

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