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as surpresas de DEUS!

uma católica com sérias dificuldades no caminho da santidade!!!

as surpresas de DEUS!

uma católica com sérias dificuldades no caminho da santidade!!!

Obrigada!

21.03.21, Helena Le Blanc

Neste ano de 2021 tomei decisões que, de uma forma ou de outra, fizeram-me chegar a este momento: avaliar este blog e perceber que tinha que tomar uma grande decisão.

Uma das coisas que fiz pela primeira vez neste ano de 2021 foi realizar um VISION BOARD. Nunca tinha houvido falar mas aprendi e fiz.

Foi um caminho e uma descoberta. Mais importante que o resultado final foi o processo: uma verdadeira investigação. Levou-me pelo menos três semanas a concluir o "exercício". Durante esse período  vivi acontecimentos que me levaram a prosseguir esta investigação, ou seja, a colocar num quadro imagens ou palavras que deverão ser  os meus objetivos, lembretes ou "guias" para o meu ano de 2021.

Adorei ter feito este exercício: de onde menos esperava chegaram-mes as "pistas".

Todos os anos repetirei esta experiência.

Emoldurei a minha folha (umas colagens) e coloquei no sítio onde todos os dias me visto, para me relembrar... o que eu decidi ser mais importante para mim (durante 2021)!

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Posto isto, tenho refletido sobre muitas coisas e cheguei à conclusão que não consigo escrever textos/post neste blog com a periodicidade pretendida e também pdoerei continuar a partilhar a testemunhar a minha Fé com muito menos palavras através do Face ou Instragram!

A Quaresma, os 40 dias no deserto (em confinamento), "obrigaram-me" a refletir e a decidir de uma vez. 

O meu caminho, os meus dons, a minha vocação no testemunho da minha Fé não passa por manter um blog. Estou ainda a descobrir e a perceber por onde deverá passar o meu serviço e o meu testemunho mas não é por um blog. 

Claro que quantos mais textos sobre a Fé na internet melhor! Mas no meu caso, poderei continuar a fazer quase o mesmo mas pelas redes sociais e sem a necessidade de tantas "palavras". Ás vezes uma imagem vale mil palavras, não é assim?

Obrigada por todos os que me acarinharam neste caminho! Mas, aquelas palavras que fizeram toda a diferença foram de Deus e nunca de mim!

Por isso tenho a certeza que Vocês contionuaram a encontrá-lo noutros textos, blogs, sites, mas sempre na BÍBLIA, a carta de AMOR que Deus escreveu para cada um de nós.

Dentro de cerca de um mês irei pedir para este blog ser "apagado".

Só me resta uma palavra no meu coração para todos vocês: Obrigada! 

Perdoem-me! 

 

Os cristãos católicos nas paróquias...

10.03.21, Helena Le Blanc

Um dia destes, para minha surpresa, tive uma conversa maravilhosa com alguém com quem há muito não falava.

Como me soube tão bem esta conversa: duas pessoas que partilham a mesma Fé!

Conversámos imenso e de muita coisa. Partilhamos ideias, sentimentos, necessidades, frustrações, criatividade, experiências, etc...

Mas o que me fez escrever este texto foi uma coisa particular e que têm a minha admiração: o seu comportamento cristão na sua paróquia.

Infelizmente, o mundo das paróquias é referenciado como um espaço de intrigas, conflitos, lutas pelo poder, jogos com informações, show-offs, críticas, más línguas, etc... E infelizmente é verdade. Vivi e faço parte de uma paróquia que não é isenta.

Este meu amigo, no seu caso, foi desafiado pelo seu Pároco para projetos que, segundo o próprio, nada têm a ver com a sua vocação e com os seus dotes. No entanto, aceitou de forma humilde e sincera. Apesar de não estar a correr muito bem - frustrações e dúvidas - continua presente e tranquilo ao serviço da sua comunidade, da sua paróquia, do seu Pastor. 

Ele  conquistou naquele momento a admiração. Senti-me inspirada com este exemplo e humildade.

Nós os Cristãos Católicos, infelizmente, para minha vergonha, ainda não interiorizamos a mensagem de Jesus: AMAR! Quantos exemplos temos de Jesus que só temos de adaptar para os nossos tempos e para a nossa vida!

Penso eu:

- Quantos de nós entram e saíem da Igreja, da Santa Eucaristia, a sorrir e bem dispostos? 

- Quantos de nós sentem-se legitimamente magoados, no âmbito da pároquia, mas  continuam firmes e seguros, perdoando e "deixando passar"? Desvalorizando o que é espontâneo e passageiro...

- Quantos de nós observam e vivenciam, com um aperto no coração, determinados comportamentos  da comunidade? E no entanto apesar disso, continuam a falar e a sorrir para todos de igual forma na esperança da mudança?

- Quantos de nós percebem tantas distrações à volta da liturgia mas esforçam-se para se focalizarem no que o seu corpo e coração precisam: a PALAVRA DE DEUS e o CORPO DE JESUS!

- Quantos de nós, ávidos pelo "sinal" da semana na homília do Padre Celebrante encontram comunicações desconcertantes, difíceis de assimilar, mas nem por isso deixam de participar nas Eucaristias?

- Quantos de nós, percebem que o Celebrante "reza" a missa como se de um robot se tratasse, sem emoção ou sentimento, muitas vezes "de corrida"!  No entanto, continuam presentes para receber o CORPO DE JESUS, o mais importante!

- Quantos de nós "estranham" a escolha das musicas para a Eucaristia, no entanto participam na Eucaristia, do início ao fim, cantando e respondendo!

Etc...

Confesso que algumas vezes sinto-me envergonhada, por mim e pelos outros!

Envergonhada por ser e fazer parte destes cristãos católicos! 

Quantas vezes no meu passado fiz igual ou pior! Quantas vezes no meu passado julguei ser a dona da verdade! Quantas vezes no meu passado importei-me com coisas que não me diziam respeito ou sem importância para a minha vida!

No passado e no presente....

Caro amigo, obrigada pela tua partilha, pelo teu exemplo, pela tua inspiração!

 

Deixo aqui a definição de Paróquia, segundo o Catecismo da Igreja Católica:

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Edição Típica Vaticana, Edições Loyola, 2000)

 

Ser objeto de AMOR

08.03.21, Helena Le Blanc

Ser objeto de amor de alguém pode ser complicado mas é, sem duvida nenhuma, maravilhoso!

E foi isto que aconteceu com o ser humano. Deus quis muito criar seres que fossem (genuinamente) seus filhos e que entendessem (e sentissem) esta realidade de Amor, este estar em partilha e em comunhão com o outro (em primeiro e ultimo caso com Deus).

Isto faz-me lembrar o meu EU antes de ter uma família e o meu EU depois de ter uma família!

Antes de ter uma família, eu era uma pessoa independente e autónoma. Enquanto filha de alguém percebia muito bem os meus direitos filiais. Tinha muitos amigos que eram importantes para "beber um copo" e nos momentos "mortos" ou compassos de espera sentia um certo vazio que o preenchia com trabalho profissional, televisão, livros ou computador.

A vida era simples, muito simples, um dia igual ao outro, sem grandes novidades ou mudanças. Sentia que o tempo não passava ou desenvolvia. Sentia-me verdadeiramente sozinha e à espera de mais (que não chegava). Enquanto pessoa era reservada, cheia de manias, insegura, pouco disponível para o altruísmo e generosidade.

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Apesar de ser filha de uma educaçao cristã católica, não sentia que essa espiritualidade fosse suficientemente importante e especial para ser a bandeira da minha vida! Aliás a religião católica nada tinha a ver com AMOR.

Acontece que, quando encontrei o verdadeiro amor, não paixão ou primeiro amor seguro e confortável, percebi o que era o AMOR: sacrificar tudo por essa pessoa mais do que mim própria! Mesmo que essa pessoa escolhesse (no seu direito) privar com outra pessoa, eu ficaria feliz! Feliz por ele e pela sua felicidade.

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Já sentiram isto? 

Eu sinto exatamente isto pelos meus filhos: indepententemente das suas ações, amarei-os incondicionalmente!

Somente com estas minhas experiências (de esposa e de mãe) é que entendi como DEUS me ama! Eu sou objeto seu AMOR! 

Deus, antes dos meus pais, pensou em mim! Imaginou-me, amou-me e criou-me (através dos meus pais) em AMOR.

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Eu sou a sua filha adorada.... como todas as mulheres (e homens) que já viveram, que vivem e que irão viver! Somos iguais e somos únicas do seu AMOR! 

Claro que por causa da minha história pessoal, de infância, foi somente na relação de casamento e de parentalidade (sendo eu a Mãe) é que "cheguei lá"!

No outro dia ouvia a Fátima Lopes, numa estrevista na Gaya Talks - "O que importa é o amor" de 28/02/2020, em que esta dizia que somos todos iguais para Deus, seus filhos. Nem mais ou menos. Somos só pessoas. Sim, é verdade. Somos iguais no seu Amor, sendo que cada um de nós é especial para Deus. Porquê?

Como já referi, Ele sonhou, pensou, imaginou-te e ofereceu-te dons para com esses cumprires com a tua missão neste mundo terreste (o caminho da santidade). E fez isto com cada um de nós. 

"Viemos todos do mesmo sítio e vamos todos para o mesmo sítio". Todos somos importantes. Todos somos especiais de igual forma.

No Spotify: Entrevista a Fátima Lopes

Sendo nós objetos de Amor de Deus - o Pai, temos muitas responsabilidades nesta relação enquanto filhos!

E porque é que Deus nos criou? PARA NOS AMAR. Comportamento gera comportamento: atitude gera atitude. 

Hoje arrepio-me quando me deparo com referências à igreja erradíssimas: uma religião da culpa, da morte, do formalismo e ritual exagerado, etc...

Nos tempos antigos, nós humanos, burros (perdoem-me a expressão), de 10 mandamentos fizemos 3.000 mil regras e 10.000 mil procedimentos. 

Numa derradeira tentativa, Jesus Cristo encarnou para nos explicar uma só coisa: AMOR. Mais nada. Tugo gira à volta disto. Mas nós, humanos, muito burros (perdoem-me a expressão outra vez) continuamos a não "alcançar a coisa"!

Todas as filosofias orientais e prós-modernas andam à volta do mesmo: o AMOR.

O ser humano nasce com uma ânsia, a tal, como muitos referem, a "eterna dúvida": qual é o sentido da vida? Qual é o meu sentido da vida? AMOR.

E esta é a marca do nosso Criador: esta ânsia deveria-nos impelir para Deus... procurar Deus, abraçar o AMOR de Deus. Para muitas é preenchida pela política, pela acumulação de riqueza, por produtos aditivos, pela aventura, etc...

Eu acredito num só DEUS, DEUS UNIVERSAL E OMNIPOTENTE. Tive o privilégio de ouvir falar e conhecer o seu filho, Jesus Cristo, que me mostrou este AMOR.

Há muitos que não tiveram este oportunidade e intuem Deus noutras perspetivas e abordagens, mas que são as suas tentativas de resposta à tal ânsia que está enterrada em nós!

Concluiondo, eu sou amada por Deus e tambem sou católica apostólica romana. É a minha tradição, a herança dos meus pais, da minha família, da minha comunidade. 

 

"Sem Ti não sei andar;

Sem Ti não sei viver;

Senhor, eu quero estar

Unida sempre a Ti."

(Canto penitencial, pag. 143, Encontro Manual de Oraçºao, Ignacio Larranaga, Editorial Franciscana, Braga)

 

Como fazer uma vela pascal?

06.03.21, Helena Le Blanc

Em 2020, porque passamos a Páscoa em casa, tentei perceber como poderia preparar uma vela especial para a nossa páscoa e resto do ano (no Canto de oração).

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Usei marcadores e um x-ato.

Infelizmente, num dos dias de Fevereiro de 2021,  a nossa vela ficou a arder toda a noite e.... desapareceu, mesmo nas vésperas da quaresma!

De qualquer forma, sendo a Páscoa em casa ou da igreja, iremos repetir a experência. Ou seja, benzer uma vela branca e grossa o sufuciente para ficar no nosso canto de oração até à próxima Páscoa. 

Esta ideia veio de uma família da minha paróquia: levava uma vela maior e virgem para a cerimónia de sábado à noite - Vigília Pascal, para depois ficar no seu lugar especial - em casa- durante todo o ano. Quando perguntei-lhes fiquei deliciada com a resposta.

Desta vez - 2021 - vou preparar a vela de acordo com esse mesmo vídeo (com a ligeira alteração que não é 2020 mas 2021).

O vídeo (da Catholic All Year):

https://youtube.com/watch?v=q95rdWP0ZFk&feature=share

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O desenho da Kendra terá que ser comprado. No entanto, atrevi-me a fazer um desenho. Se quiserem podem-no usar também. O PDF está no fim deste texto.

Não tenho todo o material que a Kendra Tierney têm mas irei fazer com as devidas adaptações. 

Imprimirei o PDF em papel vegetal. Para isso, e antes de imprimir, colarei o papel vegetal a uma folha normal branca com fica cola.O papel vegetal é muito fino para ser colocado "sozinho" na impressora.

A seguir, o papel excedente (em cima antes da tira vermelha e em baixo depois da 2ª tira vermelha). Depois enrolarei o papel à volta da minha vela (branca grossa virgem). Esticarei bem o papel, à volta da vela, e cortarei o excedente. Fecharei as pontas do papel com cola líquida secando com um secador.

Quando eu for preparar a minha vela pascal, farei vídeo e publicarei, para assim Vos poder ajudar.

É muitíssimo simples. A Kendra teve uma bela ideia!

 

Que o Espírito de Jesus desenvolva em nós os dons de criatividade e beleza,  para adorarmos o nosso Deus com envolvimento e profundidade!

Ámen.

 

DESENHO PARA VELA PASCAL 2021.pdf

O desenho foi feito por mim, expecto a imagem do nome de Jesus,que foi retirado de uma plataforma que disponibiliza imagens sem direitos de autor (pixabay).

A adaptabilidade da igreja...

04.03.21, Helena Le Blanc

Recentemente, no Correio do Vouga, li o seguinte parágrafo, sobre a proposta quaresmal, do Dom António Moiteiro, Bispo de Aveiro:

" 5ª - Sacramento da Reconciliação: A Quaresma é também um tempo forte de conversão, concretizado na celebração do sacramento da Reconciliação. Quando houver uma certa normalidade nas celebrações comunitárias - Quaresma ou tempo pascal - serão dadas orientações para a sua concretização."

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Fiquei a pensar sobre isto. 

O que é a referida "normalidade"? O ano 2019 pode ser um ano de referência. Ok. E quando? há ano e meio que a vida tornou-se atípica! E se não chegar o tempo da dita normalidade?

Percebo que a igreja se sinta obrigada a suspender alguns cultos e a transformar a sua ação catequética. Mas.... os sacramentos são fundamentais na nossa vida: alimentam-nos, fortificam-nos, apoiam-nos, influenciam-nos... Foi por isso que Jesus Cristo, entendendo a nossa natureza humana tão imperfeita, deixou parte de si nesta esfera mundana, para, através de várias formas, tocar-nos fisicamente.

Como nós precisamos de demonstrações de carinho (por ex. através de abraços) dos nossos pais (e quem diz pais diz esposos, filhos, amigos) para que a nossa balança emotiva e afetiva vá se equilibrando, também precisamos deste contacto físico de Jesus - que partilha o seu espírito, o seu corpo, a sua alma, a sua divindade - para nos ir transformando, santificando, divinizando, engrandecendo o nosso coração, o nosso espírito, a nossa alma!

Assistindo a Eucaristia à distância, não temos este efetivo contacto! Fala-se de uma "comunhão espiritual". É o que é!

Agora... a reconciliação, outro sacramento que faz diferença no nosso dia a dia pois permite a paz de espírito! Como é preciosa a paz de espírito!

Na minha opinião, esta é uma das particularidades maravilhosas da Igreja: o perdão total das culpas! Sendo "mediadora mandatada" neste processo, a igreja é facilitadora no perdão da pessoa a si própria! Como assim? Esta é, na minha perspetiva, uma das grandes questões do ser humano: o perdoar-se a si próprio.

Todas as nossas defesas, agressividades, fugas, focalizações, atribuição de culpa aos outros.... tudo isto protege uma única coisa: a culpa que sentimos!

Sentindo-se amada, compreendida e perdoada por Deus, a pessoa consciencializa-se, aceita-se, perdoa-se e propõe-se a fazer melhor. 

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Lamento que este sacramento não seja entendido sem reservas e sem medos! 

Atrevo-me - na minha pequenez -  a fazer aqui uma proposta à igreja: "investir" muito mais das Direções Espirituais para, lentamente, o sacramento da Reconciliação começar a ter outra percepção e aceitação!

E aproveitando esta especial época pandémica (e até de confinamento) para investir numa quantidade razoável de tablets para os Sr.s Padres de forma a que os equipamentos fossem utilizados quase 

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intuitivamente, de forma a estarem à disposição das pessoas para dialogar. 

Hoje em dia existir alguém - credível - que esteja disponível, com tempo, para ouvir e conversar connosco "vale ouro".

Nos grandes Centros de Espiritualidade, os Sr.s Padres que estavam disponíveis para o sacramento da Reconciliação continuam agora também disponíveis (suponho)! Não poderão conversar? É assim que começa uma relação de convivência e (até) de confiança!

No confinamento de 2020 eu precisei de falar com alguém pois senti a minha sanidade mental em risco! Recorri a um amigo especialista. Porque não poder recorrer a um Sr. Padre, AMIGO íntimo de Jesus e especialista no amor aos outros?

Acho que nunca faltou tanto esta pratica da igreja como nos dias de hoje: direção espiritual, "uno a uno"!

 

 

Deixo aqui um pequeno texto sobre o poder de perdoar os pecados (autoridade divina):

"Esse poder de perdoar os pecados, o Senhor o confiou aos homens pecadores, aos apóstolos e seus legítimos sucessores, no dia mais solene: na Ressurreição, quando lhes apareceu e disse: Assim como o pai me enviou, também eu vos envio a vós. Tendo dito essas palavras, soprou sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àquele a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20,21-23).

Retirado do site da canção Nova - Formação. Poderá ler o texto integral AQUI.

 

Calendário familiar gigante

02.03.21, Helena Le Blanc

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Eu preparo semanalmente, para minha organização e dos elementos da minha família, um calendário semanal que é colocado no frigorífico.

Nesse coloco os compromissos comuns, individuais e a ementa prevista.

Eu tenho a minha agenda pessoal em papel que permite imensa coisa. No entanto, por causa dos meus filhos, da minha mãe, do meu marido e de mim própria, conclui que esta forma têm muitas vantagens. É um trabalho de 20% para um sucesso, cá em casa, de 80% (princípio de Pareto).

Durante o ano também faço uns calendários que não são semanais mas são feitos à época específica: o Advento e Natal; a Quaresma e Páscoa; os meses mais quentes do ano (Julho e Agosto) em que temos mais atividades exteriores. Faço pelo menos nestas épocas. São calendários gigantes.

Como o faço?

Utilizo papel de desenho (o rolo do quadro de giz e de pintura), marcadores, autocolantes temáticos. Uso marcadores, canetas e régua.

Lanço-me na tarefa sem ter exatamente uma imagem do produto final. O que tenho bem presente na minha cabeça é o tipo de informação que preciso que esteja nesse calendário. O final é sempre uma surpresa para todos mas especialmente para mim!

Ajudam muita a focalizar. 

Este ano usei como ponto de partida o calendário da @catholicicing. Ampliei na multifunções (fotocopiadora) para obter um tamanho de A3. O Xavier ofereceu-se para pintar algumas partes do mesmo.

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Tenho pena de não ter tirado fotos aos calendários dos últimos anos mas penso que deu para ficarem com uma ideia desta nossa prática. 

 

Deus, nosso Pai, abraça-nos com o Teu infinito Amor!

Ámen.