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as surpresas de DEUS!

O nosso diário: aprendemos, vivemos e partilhamos a nossa Fé.

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31
Mai17

Último dia do Mês de Maria

Helena Le Blanc

Quando era novinha iniciei uma coleção de postais. 

Em cada viagem, fosse minha ou dos meus pais, adquiria mais uns quantos.

Depois, não sei porquê, parei durante muitos anos.

Recentemente, ao mexer em coisas, encontrei-os e fiquei "empatada" com eles. Ou seja, não sabia o que fazer com eles. Peguei neles diversas vezes contemplando alguns que "mexem" muito comigo. Não os queria deitar fora, não os queria oferecer mas também não os queria fechar numa caixa esquecida (outra vez). Hoje em dia não faço colecção (se bem que tenho procurado comprar mais alguns) mas... fazer o quê?

...

Decidi plastificar cada um deles e dividi-los por temáticas mantendo-os numa argola. Coloquei-os junto aos álbuns de fotografias, excepto um conjunto que ficou na minha secretária entre a Bíblia, o Catecismo da Igreja Católica, Missal, e outros livros. São postais com imagens de estátuas e igrejas. Algumas delas são de grande inspiração para mim. 

Comecei este mês de Maria contemplado este postal:

 

IMG_2462-001.JPG

Basilica Di Maria Ausiliatrice

 

Termino o mês olhando para ele outra vez! É um postal a preto e branco lindíssimo!

No outro dia lia um post do Blog Salus in Caritate - "Não seja uma pipoquinha de Jesus" e percebi o quanto Maria é importante para o nosso mundo! Ela, intimidamente ligada ao Espírito Santo, é a sua Voz. 

Todos nós vamos comentando como as pessoas estão malucas, como acontecem coisas tão estúpidas, e até como esta primavera ficou bipolar! Para a humanidade encontrar o seu rumo precisa de ajuda, de muita ajuda... do Espírito Santo e da sua esposa!

Ela ajudou-nos no século passado entre as duas grandes Guerras. Ela precisa de nos ajudar, outra vez, neste século XXI de terrorismo, de intolerância religiosa, de desastrosas decisões políticas, de fraudes monumentais, de matanças absurdas...

 

Nossa Senhora Auxiliadora, rogai por nós!

 

 

29
Mai17

Catequese: os salmos #1

Helena Le Blanc

Uma das catequeses que tive de preparar para o meu grupo de 12 anos foi "Da Criação ao Pentecostes", pag. 139 do Volume 2 dos Mistérios da Fé de Teresa Power.

Costumo sempre ler a evangelização com alguns dias de antecedência, e nos dias seguintes penso sobre ela tentando perceber qual é a mensagem de Deus para mim e/ou para a minha vida. Procuro também ter olhos catequéticos e faço alguma pesquisa, esperando que o Espírito Santo me inspire ou que me mostre onde está a ponta para eu pegar e ser seu instrumento. 

Retomando o meu testemunho, li e re-li diversas vezes a dita evangelização. De cada vez que lia encontrava mais um aspeto que encantava o meu espírito, mas não conseguia ver onde estava a ponta. Até que me lembrei dos meus velhos tempos de juventude: o grupo de jovens que rezavam os salmos.

Eu fiz parte de um grupo de jovens em Mogofores que se encontrava para rezar os salmos (já não me lembro qual era a periodicidade). O então Pároco, Padre Luís Ganzaga Belo, tinha-nos desafiado a rezarmos os salmos.

Encontravamo-nos todos na Igreja Matriz. Depois de sentados alguém escolhia o numero do salmo. Já não me lembro de todos os pormenores mas sei que líamos os versículos e todos nós, vez à vez, comentavamos o que o salmo ou o versículo significava para nós, sem certos ou errados. Infelizmente nunca cantámos pois não havia entre nós ninguém com essas competências.

Portanto decidi arriscar e propor uma coisa semelhante aos jovens. Preparei na minha mente o meu discurso de introdução sobre os salmos em geral: a sua presença na bíblia, a sua antiguidade, possíveis autores, os propósitos dos salmos, utilizações dos salmos do Povo Israel ao longo dos séculos. Também pesquisei sobre o salmo 139 (138): uma declaração de amor de Deus por mim e por ti.

 

Pedi aos jovens para procurarem o salmo nas suas bíblias. Cada jovem, depois de ler um versículo, deveria interpretar. Poderia ser dizendo por outras palavras a mesma coisa ou fazer alguma referência específica à sua vida ou aos dias de hoje. Obviamente que fui a primeira para lhes dar um exemplo. 

Eu não sabia quais seriam os resultados mas "atirei-me" com confiança na atividade.

No início foi um pouquinho difícil, mas depois apanhou tal embalagem que acabamos por só chegarmos ao versículo 10 quando o salmo têm 24.

Porquê? Porque deu conversa para falarmos sobre muitas coisas: sobre as coisas de Deus, sobre as nossas coisas, sobre a nossa relação com Deus. Falamos da Criação, do ser humano como único, do paraíso, do inferno, do purgatório, do barulho da nossa vida, de sentirmos Deus... Já não me lembro de tudo nem sei como é que foi surgindo, mas foi super interessante. A catequese acabou por ser um diálogo entre nós todos... uma grande conversa.

Claro que na catequese seguinte, dei continuidade à atividade. Só que desta vez eu tinha comigo outro grupo de jovens que eram um ano mais novos. Como foi inesperado não tive oportunidade de preparar outra coisa diferente. Suspeito que não poderia ter sido de outro modo.

 

Assim expliquei a este grupo o que tínhamos feito no sábado passado, voltei a fazer a introdução sobre o que eram os salmos (desta vez com perguntas à mistura para os meus jovens testando a sua memória e atenção) e também contextualizei o salmo em si. Retomamos no versículo 10 e continuámos. 

Este grupo, de 11 anos, conseguiu acompanhar e completar a atividade. Surgiu outra vez a oportunidade de falarmos de coisas importantes, algumas repetidas. Voltou a surgir o sentirmos Deus em nós e na nossa vida, o aborto, o acreditar sem ver, como Deus comunica connosco, e que cada um de nós está inscritos no Livro da Vida que Deus escreveu!

Mas eu também aprendi, e muito. Aprendi com eles por ex que temos 206 ossos. O corpo humano tem 206 ossos. Assim, Deus conhece cada osso dos meus 206 ossos. Sim, conhece. Lê o salmo e verás!

Concluindo foi uma experiência surpreendente e muito gratificante!

 

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26
Mai17

Uma frase polémica

Helena Le Blanc

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Recentemente publiquei esta foto no meu facebook. Recebi várias reações.

O que costumam dizer é "vale mais só que mal acompanhado", não é isso? 

Ouvi muitas vezes esta frase enquanto era educada pela minha avó. E suponho, ao olhar para como nos relacionamos hoje, que não fui a única.

Encontrei esta frase num livro católico (sobre liderança, em que no final tinha uma lista de frases deste género). Achei interessante e guardei-a na minha caixinha.

E, chegou a vez desta frase. Na manhã que a coloquei decidi publicá-la exatamente porque era diferente.

 

Eu concordo muito com esta frase mas faço a ressalva para a idade.

Se estivermos a falar de um adolescente que ainda não têm todos os esquemas afetivos estabilizados, e os seus valores ainda estão cimentar-se, então esta não é uma frase para ele. Se bem que.... considerando o tempo que me dizem que eles estão nos seus quartos ligados ao pc e aos telemóveis... Mas essa é outra história.

Agora falando de adultos e para adultos: esta frase aplica-se!

Nós somos seres humanos: nascemos num ventre - dentro de outra pessoa; precisamos de ser cuidados e educados por outras pessoas; para nos realizarmos precisamos da ajuda dos outros. Nenhuma pessoa de sucesso é solitária mas líderes de equipas. 

Nós somos naturalmente sociáveis. Precisamos dos outros, e os outros precisam de nós! E é nesta perspetiva que nós poderemos ser muito melhores. Se estou mal acompanhado, porque não fazer todo o meu possível para tornar essa pessoa numa boa companhia. As relações nunca são unilaterais. NUNCA. 

Jesus, o filho de Deus, o ser divino que encarnou e nasceu homem, fez o quê? Manteve-se junto da sua mãe até quase aos 30 anos e depois pegou num conjunto de pessoas (que não eram as mais extraordinárias da época) e decidiu ser seu amigo transformando-os pouco a pouco. Foram 3 anos de aventuras!

 

Portanto: Solidão ou Relação?

 

Poderia dizer muito mais, mas bastam estas perguntas:

- Como é que quero passar os meus últimos dias de vida terrestre? Sozinha?

- E na minha hora da morte? Estarei sozinha?

 

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