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as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

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Problema: o meu terço. Solução?

27.02.16, Helena Le Blanc

Até mais ou menos aos meus 14 anos, eu adormecia todas as noites com o meu terço. Era branco e iluminava-se durante a noite, debaixo dos lençóis. Umas vezes a rezar, outras vezes só a mexer nele.

Depois dessa data, comecei a colecionar terços. Tinha um fascínio por terços. Gostava de olhar e de mexer neles. Cheguei a juntar vários de diversas espécies e feitios. Raramente rezava o terço.

A determinada altura, ofereci quase todos os meus terços. 

primeiro retiro das Famílias de Caná obrigou-me a repensar esta questão. E no post de "Uma conversa a dois" falo exatamente sobre o que me fez decidir começar a rezar o terço, e tem a ver com o facto de eu ser mãe e de querer tudo o que é melhor deste mundo para o meu filho.

Assim comecei a rezar de vez em quando, até que se tornou diário.

Neste processo, descobri que os terços bonitos que tinha rapidamente se partiam. As argolas facilmente se abriam. Frequentemente fiquei com o terço em dois. Cheguei à conclusão que os terços de cordão eram os melhores, os que são habitualmente chamados terços franciscanos. 

Numa ida a Fátima (Peregrinação anual dos Acólitos) procurei estes terços, experimentando-os. Enrolava na minha mão e passava as continhas. Este gesto causou alguma admiração nos vendedores. Eu explicava que estava a experimentar. Alguns deles ficaram surpreendidos por querer comprar um para efetivamente rezar (????!!!!!!).

Encontrei e comprei.

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Numa outra ida a Fátima (Peregrinação anual dos Acólitos) encontrei outro terço que me satisfez. Um terço azul que tinha as continhas grandes. Senti outro prazer em passar aquelas contas grandes nas minhas mãos enormes! Comprei, e tornou-se o meu terço. O outro ficou guardado junto de mais dois no nosso cantinho de oração.

Ultimamente notei que uma das pontas do cordão estava a desmanchar-se. Tentei ajeitar e enfiar a ponta no nó. Tentei em diversas ocasiões mas percebi que estava a desmanchar-secada vez mais. Fiquei preocupada porque não queria perder aquele terço. E a opção de comprar um igual não está disponível (objetivos da nossa quaresma familiar).

Matutei no problema. Já tinha no passado feito terços com corda mas usei nós simples, que não é a mesma coisa que os nós deste tipo de terço. Decidi usar a Internet e fazer uma pesquisa sobre este nó. Encontrei vários pequenos vídeos brasileiros a ensinarem fazer o nó franciscano. 

Tomei uma decisão: vou refazer o meu terço. 

E atrás disso surgiu outro problema: eu tenho andado à procura de um terço das 7 dores de Maria. Não encontro em lado nenhum. Como todos os dias rezamos um mistério desse terço, tinha pensado tentar adquirir um.

Tomei uma segunda decisão: vou fazer um terço das 7 dores de Maria.

Vejam como foi uma parte da minha tarde deste último domingo:

 

 

 

 

Os animais da nossa família!

24.02.16, Helena Le Blanc

O Pluto é mau - palavras do meu filho.

O Pluto é o cão que encontrámos, em março do ano passado.

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 Nessa altura tínhamos dois gatos e uma cadela. Todos já vivem connosco há bastante tempo.

Quando eu conheci o James, ele tinha a cadela, a Filo. Eu tinha um gato, o Anjo.

Quando começámos a viver juntos, num belo dia, a Filo encontrou uma gatinha bebé debaixo de um carro: a nossa querida Zuca (que desapareceu há uns meses).

O James, alérgico ao pelo dos gatos, fez sempre questão de, apesar dessa fragilidade, viver com eles.

Quando fiquei grávida colocou-se esse problema. Diz-se que uma mulher grávida não pode conviver com gatos. E é costume "despejá-los" de casa.

Para nós, nunca foi sequer uma opção. Informei-me junto do pediatra, li uns artigos e cheguei à conclusão que eu somente deveria ter cuidado com as fezes deles. Ou seja, durante o período da gravidez o James ficou responsável pelas caixinhas das necessidades deles.

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Continuei a conviver com eles da mesma forma. Não mudou nada à exceção desse pequeno pormenor e de uma maior preocupação da limpeza do balcão e lava-loiça antes da preparação de todas as refeições.

Eles habituaram-se a nós e nós a eles. Temos na nossa memória tantos momentos bons de convívio com os nossos animais!

Quando regressei a casa, já com o meu bebé, confesso que me fez alguma confusão a "balbúrdia" da nossa casa. Mas passados alguns dias, já estava outra vez habituada. Durante os primeiros 2 a 3 meses estivemos muito atentos ao bebé no sentido de perceber se ele teria herdado a alergia do pai.

E ele foi crescendo e os animais foram-se habituando ao bebé barulhento, estando sempre à volta dele. Os nossos animais deixaram de ter tanta atenção mas também não tiveram, nunca, uma reação negativa ao bebé chorão que veio alterar todas as rotinas da casa.

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Quando chegou a fase de ele andar no chão e começar a gatinhar, voltámo-nos a preocupar com a questão dos animais.

A limpeza da casa teve que ser mais periódica. Mas com o tempo deixou de fazer-me tanta impressão. O bebé adorava andar no chão atrás dos animais.

Temos neste momento 2 gatos (o Anjo e a Nina - uma gatinha que veio da Feira Tradicional da escolinha do Xavier) e a cadela Filo.

O Pluto foi transferido para casa dos meus pais. Nós não nos conseguimos adaptar a ele, nem ele à nossa dinâmica familiar. Assim, percebemos que a casa dos meus pais e o tipo de vida que levam está mais de acordo com as características deste nosso cão. Ele está feliz. Vemo-lo todos os domingos.

O Xavier continua a conviver com ele, dizendo sempre que "o Pluto é mau!".

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 Ontem, nas redes sociais li um artigo sobre um discurso do nosso Papa sobre o modo como desrespeitamos os animais. E dizia ele a determinada altura:

"Momentos de total desespero no momento da morte. Estamos sujeitando animais inteligentíssimos e muito sensíveis a vidas inteiras de escuridão, solidão, mau cheiro, tortura, violência, pânico e covardia. Qual a justificativa?"

Os animais inteligentíssimos e muito sensíveis fazem parte da nossa família, e contribuem tanto para o nosso bem estar! Dão-nos amor, lealdade, brincadeira, atenção... Os nossos fazem-nos muita companhia, em todos os momentos da nossa vida, inclusive quando vamos rezar. Todos rezamos cá em casa. 

 

Qual era o aspeto de Jesus Cristo?

22.02.16, Helena Le Blanc

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"Soube, ó César, que desejavas ter conhecimento do que passo a dizer-te. Há aqui um homem, chamado Jesus Cristo a quem o povo chama Profeta e os seus discípulos afirmam ser o filho de Deus. Realmente, ó César, todos os dias chegam notícias maravilhosas deste Cristo: ressuscita mortos, cura doentes e surpreende toda a Jerusalém. Belo e de aspeto insinuante, é uma figura tão majestosa que todos o amam irresistivelmente. O rosto moreno, com uma barba espessa dividida ao meio, é de beleza incomparável. O olhar é profundo e grave, e as pupilas são raios de sol. Ninguém pode fitar-lhe o rosto deslumbrante. É o mais belo homem que imaginar se pode, muito semelhante a sua mãe, a mais bela figura de mulher que jamais por aqui se viu."

 

...da carta de Públio Lêntulo a Tibério César.

(in Na Luz de Cristo de Arcangelo Fatucci)

 

 

 

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