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as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

A Visita Pascal na nova casa!

07.04.15, Helena Le Blanc

No Domingo da Páscoa fomos receber a Cruz do Senhor em casa dos meus pais.

Enquanto esperávamos, fui revendo e explorando a sala de estar e de jantar. Esta cheia de recordações e de objetos que fizeram parte da minha infância. Já não me lembrava que existia tanta coisa. 

O meu marido estava atento, observando tudo. Mal conhece aquele espaço. Eu, tentando-me desculpar (a mim/meus pais), comentei que a sala tem muita coisa, fruto da acumulação dos anos. Ele respondeu que eu ainda tinha aquilo tudo. Ele nem isso tinha. Eu calei-me envergonhada! 

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E continuamos, cada um, a explorar. Comecei a reparar nos quadros. Para mim foi uma redescoberta. Nunca tinha realmente visto com olhos de ver. Estava maravilhada e estupefacta.

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Enquanto esperávamos e íamos espreitando também os armários. Num deles encontrei, num canto de uma prateleira, uma lamparina! Há tanto tempo que eu não via nada parecido. Perguntei à minha mãe se poderia ficar com ela, já que não estava em uso, para o meu canto de oração. Ela imediatamente concordou. E disse-lhe que seria muito bom se eu conseguisse os restantes apetrechos para poder acender uma luz com azeite. O meu irmão, que estava a ouvir a conversa, em imediato foi à loja tradicional da esquina e trouxe-me. Fiquei encantada. 

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Beijamos a Cruz e fomos almoçar. A seguir, vim para nossa casa para o meu filho fazer uma siesta.

Comecei a preparar a minha sala para receber, pela primeira vez, a cruz nesta nova casa. Nós mudámos em Maio de 2014.

Eu tinha perguntado, por duas vezes e a vizinhos diferentes, a que horas era costume passar. Um respondeu que seria no domingo de tarde, e outro referiu o horário das 15h/15h30. Também confirmei se costumavam colocar verdes em frente das portas.

Os meus pais apareceram, tal como o padrinho do meu filho, e filha deste.

Ficamos na expetativa. De vez em quando, espreitávamos para a rua, mas tudo mantinha-se calmo. 

Às 16h decido telefonar para uma pessoa amiga, e perguntar se ela saberia a que horas passava a cruz naquela rua. Ela não estava a par do horário e do percurso daquela cruz, mas aconselhou-me a manter os verdes na frente da casa e a manter-me atenta. 

Às 16h30, o meu marido decide pegar na sua mota vintage e ir dar uma volta para ver se conseguia "pescar" alguma coisa. Voltou sem respostas. 

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Às 17h00, os homens entram em casa a dizer que a Cruz vinha aí. Ouviram o sino e, como tal, estaria muito próxima de casa.

Às 17h30, os homens entram novamente, a dizer que não entendiam o que se estava a passar! A Cruz tinha desaparecido. Começamos a lanchar.

Todos começamos a ficar conformados, e eu desgostosa. Não iríamos receber a Cruz do Senhor na nossa nova casa.

Às 18h30 há reboliço. Os homens entram em casa, em grande agitação, e dizem-nos que a cruz vinha aí. Nós, mulheres tentamos limpar tudo rapidamente (mais uma vez). O meu marido diz-me que o padrinho do Xavier é que se apercebeu e que deu uma grande corrida para os chamar. 

O senhores explicaram-nos que a hora de saída da Igreja é às 15h, e que na próxima vez tínhamos que colocar verdes no início da rua para que a Cruz passasse ali.Pareceu-nos que a nossa casa foi única a abrir a porta.

Estávamos todos contentes e excitados, como se fosse a primeira vez na vida, por receber e beijar a Cruz do nosso Senhor Jesus Cristo! A demora, a incerteza, a ansiedade, e a ausência trouxe outro significado àquele momento, dado como quase certo!

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Obrigada meu Jesus, por teres visitado a nossa casa! Apesar de termos tomado a tua visita como certa, conseguiste ser uma surpresa, uma bela e grande surpresa, abalando todas as pessoas presentes.

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Caça aos Ovos da Páscoa...

06.04.15, Helena Le Blanc

Numa destas manhãs, pedi ao meu marido para procurar um filmezinho sobre coelhos e ovos de chocolate, de preferência sobre a caça aos ovos da Páscoa. E expliquei o porquê: queria proporcionar uma caça aos ovos de chocolate ao Xavier no nosso jardim.

O meu marido olhou para mim. Claramente percebi o que ele estava a pensar: "Deves estar a passar-te!!!".

Perguntou-me: " Mas esse jogo não é pagão?"

Provavelmente sim, mas no meu ponto de vista, é um jogo divertido e que porque não? Porque é que o Xavier não poderá divertir-se? Parece-me que a recordação desse jogo, a juntar a outras, poderá ser benéfico no sentido de perceber que é uma época festiva diferente e especial. 

Ele resignou-se aos meus argumentos.

Combinamos fazer na tarde de sexta-feira, depois de eu chegar da Adoração ao nosso Senhor.

Cheguei a casa e... não encontrei ninguém. O meu marido e o meu filho só apareceram em casa para jantar. O James decidiu ir ter com o pai de um amigo do Xavier. Os papás poderão beber umas cervejas e descansar enquanto que os filhos  fartaram-se de brincar. O meu filho chegou a casa a suar e a face vermelha.

Não houve jogo.

Hoje, Domingo de Páscoa, ao final do dia, surgiu a oportunidade perfeita. Os meus pais estavam a querer ir-se embora e falei que tínhamos este jogo para fazer. Eles quiserem ficar mais um bocadinho e também participar.

Assim, eu escondi 6 ovos de chocolate no nosso jardim.

Todos na sala visualizamos um pequeno filme de coelhinhos escuteiros cuja missão era encontrarem ovos de chocolate.

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A determinada altura o meu marido começa a ficar muito irrequieto. O meu filho estava concentradíssimo no filme. No filme um dos coelhinhos tinha começado a roubar os ovos dos colegas para voltar a esconder.

O meu marido diz-nos que não sabia disto. Que só viu os primeiros minutos do filme. Estava a sentir-se envergonhado.

Eu interrompi o filme e apresentei um cestinho ao Xavier. Xavier, os coelhinhos esconderam ovos no nosso jardim. Queres ir procura-los?

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 SIM. E decidido pegou no cesto e dirigiu-se para o jardim. Toda a família o seguiu.

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 Um pequeno vídeo da aventura:

 

 

 Encontrou os seis ovos de chocolate. Depois distribuiu um ovo por cada presente. O primeiro foi para o avó, e depois para o papá.

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 O ultimo foi para ele próprio.

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O avó ficou tão surpreso quando abriu o seu ovo e percebeu era mesmo de chocolate!

Senti que os meus pais, ansiosos por irem rapidamente para sua própria casa, ficaram mais um bocadinho por escolha própria e gostaram do jogo. Tiveram prazer em estar connosco. Foi um momento muito alegre para todos, tendo já ficado marcado, para o próximo ano, um novo jogo com maior numero de ovos.

 

James, meu querido esposo, hoje de manhã vi um post no facebook, de ARAUTOS DO EVANGELHO, em que num simples vídeo brasileiro, conta a História dos Ovos da Páscoa.

Concluem referindo que todas as boas tradições e bons costumes tem origem da Igreja Católica! E esta, hein?

 

 

 

 

Famílias de Caná!

05.04.15, Helena Le Blanc

Em 2013, o nosso Pároco convidou, tal como nos anos anteriores, as crianças da Primeira Comunhão e respetivas famílias, para participarem num retiro. O convite foi extensível aos Jovens em preparação para o Crisma. 

Eu, enquanto catequista do grupo da Primeira Comunhão, senti-me na obrigação de estar presente. Eu e a Fernanda, também catequista do grupo, preparamos uma atividade para as crianças. Assim, as famílias poderiam estar descansadas no retiro.

Mas eu tinha um problemazito: amamentava um bebé de 8 meses, e até à data não tinha conseguido tirar leite (manual ou com maquina).

A única forma de isto acontecer era o meu marido ir comigo e ficar com o bebe. A outra catequista disponibilizou-se a ficar com as crianças na maior parte do tempo e uma jovem, a Beatriz, ofereceu-se para ajudar.

O retiro realizou-se numa Quinta em Vale Estêvão, Mogofores. Já tinha tentado visitar esta quinta.  Foi uma bela surpresa conhecer aquele espaço. 

Eu e a Fernanda recebemos as 5 crianças. Sim, 5. É o grupo oficialmente mais pequeno da catequese.

E acabei por participar no retiro e ouvir a Teresa Power, também colega catequista. Consequentemente meu marido também ouviu "à força".

Eu e ele já tínhamos tido diversas conversas sobre a nossa fé. Apesar da religião ser a mesma, tínhamos modos diferentes de a viver e sentir:

Ele - falar baixinho com Deus, rezar, emocionar-se com determinados textos e filmes católicos, atos de grande generosidade e confiança;

Eu - participar na Eucaristia dominical, acolitar, catequista, leituras da bíblia e livros católicos.

IMG_8264-cópia.JPGDurante o retiro, tivemos diversos momentos: o testemunho da Teresa, uma conversa só entre mulheres, uma conversa só entre homens, o almoço partilhado, momento de convívio e de reflexão, reza do terço, Missa, a apresentação do trabalho de grupo dos Jovens (que também estiveram num grupo diferente), a apresentação do trabalho das minhas crianças.

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Eu ouvi e vi. Ele ouviu e viu.

 

Eu fiz perguntas. Ele ficou calado.

 

Eu ajudei. Ele ajudou.

 

O nosso bebe dormiu, brincou, mamou, papou, trocou de fraldas várias vezes...

 

Levei para casa o folheto das Famílias de Caná. 

 

Não falamos, um com o outro, o resto do dia sobre o retiro. No dia seguinte não falamos sobre o assunto. Mas chegou à noite, na nossa cama, abordei abruptamente o assunto. Não sabia de que forma o deveria fazer e já não aguentava mais não falar.

A conversa começou muito "esquisita".

Ele falou das impressões que teve, e do momento dos "homens". 

Eu falei do que descobri e gostei, de como poderia ser tão simples ser católico. 

Foi o início de sentir e viver a nossa fé em conjunto.

A nossa primeira atividade foi decidir onde e como fazer o nosso canto de oração. Não foi fácil decidir aquele canto de oração!

Passo a passo, começamos a caminhar, com a aspiração de vir a ser uma Família de Caná, porque "nós queremos ser Igreja Doméstica, um pequeno oásis de fé cristã verdadeiramente vivida e celebrada".

 

Famílias de Caná  -http://umafamiliacatolica.blogs.sapo.pt/2640.html

 

E deixo-Vos dois filmes da apresentação do Trabalho de Grupo das Crianças do dia do Retiro.

Durante 6 minutos poderão ver uma encenação de alguns episódios da vida do Pastor David, que um dia havia de ser tornar Rei, o Rei David. 

 E foi assim que terminou o espetáculo:

A Vigília Pascal!

05.04.15, Helena Le Blanc

Hoje tive uma surpresa. Uma boa surpresa.

Recebi um email do João Paulo Teles com fotografias da Vigília Pascal, com o seguinte assunto: "Momentos de uma noite maravilhosa!"

Obrigada caro colega catequista. Muito gentil!

Obrigada caros colegas acólitos. Vocês são extraordinários! 

Obrigada Meu Deus, por me dar esta oportunidade de crescimento e de alegria neste grupo de Acólitos!

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Jesus Ressuscitou! Aleluia, aleluia!

O filme Frozen

02.04.15, Helena Le Blanc

Hoje começa o Tríduo Pascal.

Estive a ler o que o Papa Francisco disse na Audiência Geral de ontem, em que explicou o sentido do Tríduo Pascal. Encontrei, nesse texto, a seguinte frase:

"Jesus, com o seu sacrifício, transformou a maior injustiça no maior amor."

 

E assim começo o texto de hoje.

 

 

Um das prendas que o Xavier recebeu da avó Carol, no passado natal, foi o boneco de neve do filme FROZEN. 

Já me tinha apercebido, pela publicidade, que o filme existia, mas ainda não o tinha visto. Assim, quando abri essa prenda não percebi o real alcance da mesma. Só vi um simples boneco de neve. E quando o demos ao Xavier, e a avó mostrou as suas potencialidades, foi um grande berreiro!

O meu filho, até à data, não gosta de bonecos que fazem barulho ou que falam. A avó já lhe tinha dado um gato, há um ano atrás, que continua guardado até à data. De vez em quando tentamos dar-lho mas... nop. Berreiro.

 

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Aconteceu o mesmo com o boneco de neve. Mais um para guardar muito bem. 

No mês de Fevereiro, numa dessas noites, decidimos ver o filme. O meu marido preparou todos os detalhes para, depois de jantar, termos uma noite de cinema. Vimos a versão original.

O filme surpreendeu-me. Foi uma bela surpresa! Fiquei deliciada com a história, com o conteúdo, com as personagens, com os gráficos e com as músicas. Foi um encanto. 

Claro está que repetimos, por diversas noites, o mesmo programa.

Passados uns dias leio um artigo da ALETEIA sobre o filme. 

 

"Frozen" é um filme cristão?

 

Mal vi o título fiquei meia tristonha. Gostei tanto do filme mas... se calhar não me apercebi que não era o melhor para a nossa família... À primeira vista não me pareceu que houvesse alguma coisa de menos adequado.

Li o artigo e... afinal o filme, na opinião de Felix James Miller, num olhar literário e teológico, em Humane Pursuits, é um filme cristã por "causa do tipo de amor mostrado pelos personagens e por causa do tipo de amadurecimento que eles vivem.". 

E Miller conclui desta forma: "Os criadores do filme provavelmente não pretendiam evangelizar o mundo, mas conseguiram comunicar uma verdade sobre o amor humano que é ensinada pelo cristianismo. São Justino Mártir escreveu no século II: "Toda a verdade, onde quer que esteja, pertence a nós como cristãos". Isso pode soar presunçoso para os não cristãos, mas esta citação contém a crença de que a verdade é una: que o mundo é fundamentalmente compreensível. Os cristãos acreditam que o fator unificador é Cristo. Ele é a chave que nos ajuda a compreender o sofrimento e o amor humano. Acreditem as pessoas na divindade de Cristo ou não, eu acho que todos podem ver conexões entre verdades, o que pode nos ajudar a reconhecer mais verdades. Eu não sei por que gostamos de um filme, mas acredito que a exposição às verdades sobre o amor, contidas em “Frozen”, nos abre para mais verdades (...).

 

Gravamos, numa destas noite, um video doméstico. Além de não ter grande qualidade de imagem, também não se vê grande "figurinha"! - que vergonha! No entanto, retrata um dos momentos de alegria que nós tivemos na nossa família à conta deste simples filme que conta uma história de sacrifício e de amor.

 

 

 

 

 

 

 

Capital de Graças

01.04.15, Helena Le Blanc

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Por detrás desta porta encontrei uma ideia fabulosa, uma prática fantástica, um movimento significativo para todos nós.

Sim, diz respeito a todos nós!

 

A ideia chama-se “capital de graças”. O que é isto?

 

Em troca de um sacrifício, que ofereço à Mãe de Jesus, esta pede a Deus graças para a Humanidade, ou seja, para nós!

Por exemplo, nos muitos dias que é difícil manter a paciência com o meu filho, se eu fizer esse esforço e o oferecer para o capital de graças, estarei a ajudar alguém para obter uma graça de Deus.

Isto é extraordinário, generoso e tão dignificante!

 

Numa das placas, espalhadas pelo Santuário, encontrei o seguinte texto:

“O Capital de Graças é caminho para aceitar a nossa missão apostólica para que Maria reine a partir do Santuário. Realiza-se através de atos espirituais que visam, sobretudo, a santidade de vida de todos os dias no esforço por viver o ideal do Homem novo.”


Padre José Kentenich (o senhor das barbas grandes Schoenstatt) uma pessoa brilhante no seu tempo, queria muito ter ido para as Missões, mas os problemas de saúde impediram-no. Engraçado, pois também aconteceu com o nosso Papa Francisco.

 

Foi para um seminário lecionaIMG_9300.jpgr. Encontrou jovens muito zangados com a vida. Ensinou-os a serem pessoas diferentes: pessoas firmes, livres e apóstolas. Pessoas capazes de decisão para si próprios e para os outros, sem vergonha da sua condição de católicos (Homem novo).

 

Consagraram-se a Maria. Queriam-se tornar parecidos com Maria, a Mãe de Deus. E Maria, a Mater Ter Admirabilis, a Mãe Muito Admirável, passou a ser a Mãe de Deus, a Mãe do Redentor e a Mãe dos Redimidos. Mas o título mais conhecido, e na minha opinião mais bonito e significativo, é a

Mãe, Rainha e Vencedora Três vezes Admirável (MTA).

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Assim, estabeleceram a mais bela aliança de AMOR!

Esta aliança é uma constante relação entre eu e Maria, a MTA. E o capital de graças representa simbolicamente essa relação. Eu não sou nada sem Deus, e Deus exige a minha participação e colaboração na minha caminhada para a santidade (pois Deus deu o livro arbítrio ao ser humano). E refiro que Santidade, no meu entender, não é ser perfeito. Santidade é procurar desenvolver, no meu máximo, todas as minhas potencialidades e capacidades (que Deus sonhou para mim) de forma a honrar a sua confiança e o seu amor. É meu dever tornar-me a sua filha querida!

 

Dentro da Capela encontramos um pote, que tem a seguinte frase:


NADA SEM TI, NADA SEM NÓS


Também está disponível caneta e uns papeis que dizem o seguinte: Mãe, rainha e Vencedora Três vezes Admirável de Schoenstatt, para que Tu possas distribuir graças a partir do Santuário, ofereço-te…

 

Somos convidados a descrever o nosso esforço por vencer as más inclinações e o pecado, o nosso sacrifício, a nossa oração, os nossos trabalhos, as nossas alegrias, os nossos sofrimentos, as boas obras… Dobramos o papelinho e colocamos-o no pote.

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Podemos fazer todos os dias, a qualquer hora. A capeça esta aberta durante o dia, com o Santíssimo Sacramento exposto.

Todos os dias 18 de cada mês, os papelinhos são queimados na grande Taça de metal que está ao lado da Capela.

Nossa Senhora, neste e nos outros Santuários de Shoenstatt, não opera milagres de curas físicas. É Mãe e Educadora do “Homem Novo”. Os consagrados dizem que ela opera milagres nas almas.

Quem a visita experimenta a graça do acolhimento, a graça da transformação e a graça apostólica.

 

Fiquei rendida! KO!


Na primeira oportunidade, arranjei um frasco, colei um título e decorei-o ligeiramente. Coloquei lá dentro todos os ramos benzidos que tenho guardado, nestes últimos anos, do Domingo de Ramos (pois não tenho tido a oportunidade de participar na Cerimónia de Quarta-feira de Cinzas), partindo-os aos bocadinhos com a ajuda do Xavier, o meu filhote.

E a cada sacrifício e esforço, irei escrever num papelinho, dobrar e colocar no frasquinho. Todos os dias 18 de cada mês irei queimar os papelinhos e algusn ramos.

Não sei se “vale” mas de uma coisa tenho a certeza: terá muito valor para mim e para a minha querida e única Mãe MTA.

 

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