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as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

Um sorriso...

30.04.15, Helena Le Blanc

Nestes últimos dias, tenho andado, de forma quase obsessiva, a insistir com as minhas colegas de trabalho (colegas: peço-Vos que tenham paciência comigo) para que desenvolvam o seu trabalho com um sorriso. Claro que, de forma pedagógica, tenho explicado porque é que considero fundamental o sorriso para as relações intra e interpessoais.

Num desses diálogo, contei, um bocadinho da minha história.

Eu cresci com a minha avó materna.Vivi com ela dos meus 3 aos 28 anos. Os meus pais foram emigrantes durante 23 anos.

A minha avó era (morreu há uns anos) uma pessoa (muito) calejada pela vida. Digamos que, eu classificava-a como uma pessoa "amarga". Os outros eram sempre os "inimigos".

Não me entendam erradamente, pois eu gostava (gosto) muita da minha avó, apesar de, só enquanto adulta e madura, ter percebi esse sentimento e o "meu racional" ter entendido a vantagem que tive por ter sido ela a minha principal cuidadora, comparativamente às restantes hipóteses.

Eu cresci a ouvir "não tenhas amigos", "não confies nos amigos", "olha que os teus amigos são amigos dos teus inimigos", etc.. Não aprendi a cumprimentar as pessoas quando se chega a algum local ou se visita uma casa; não aprendi a a dar dois beijinhos; não aprendi a dizer umas palavras de circunstancia.

Não aprendi a sorrir.309544_10152380281245321_2020710380_n.jpg

A minha expressão facial normal (neutra) era uma expressão cerrada, em que parecia que eu andava chateada com tudo e com todos.

Aliás, ainda hoje, de vez em quando e contra a minha vontade, a minha face assume essa expressão, especialmente quando estou concentrada e/ou focalizada.

Durante a minha adolescência, houve duas ou três pessoas que, frequentemente, me diziam que eu deveria sorrir mais vezes, que tinha um lindo sorriso. Na altura, não percebi o que queriam dizer com aquilo. Não entendi.

Mas passei por diversas etapas e episódios que, fizeram-me tomar consciência deste meu pequeno (grande) detalhe. No trabalho, onde passamos a maior parte do nosso tempo, acabei por perceber, nas relações, o quanto era importante sorrir.

Infelizmente, percebi tudo isto, muito tarde na minha vida!

Hoje, surpresa das surpresas, por outros motivos e razões, eu, a menina que nunca sorria, está a tentar passar a mensagem da importância do sorriso a várias colegas de trabalho.

Dizia a uma delas: eu sou a maior prova que é possível começar a sorrir; sorrir sempre e muito!

O inicio tem que ser quase forçado, eu sei. É tão pouco natural. A nossa cara não esta habituada a essa expressão. Mas, se treinarmos e fizermos muitas vezes, transforma-se em expressão natural.

Com o tempo e ao notarmos as reacções dos outros, ao sentirmos que as relações se suavizam, torna-se cada vez mais fácil sorrir...  e se nos sentirmos bem connosco então é "ouro sobre azul". Mas isso, é quase outra história!

Portanto, tem sido, ultimamente, este um dos meus objetivos de trabalho.

Retomando o propósito deste post, num dos momentos que escolhi para voltar a falar do assunto, alguém (por acaso um dos meus chefes) me comunica que... era o Dia Mundial do Sorriso! Eu fiquei... a olhar para a pessoa e pensei... Deus deve estar a brincar comigo, só pode! Mais uma que não estava à espera!

Não fazia, de todo, ideia do dia em questão.

Se tivesse planeado a minha "intervenção" não poderia ter sido melhor! 

Naquele momento, senti que DEUS estava a sorrir para mim!

Dizia o Padre Raniero Cantalamessa, numa formação online que tive: " E como se testemunha a ressurreição de Cristo? Há vários modos, certo? (...) Um é a alegria. Isto é, mostrando que Cristo preencheu a nossa vida. Um cristão alegre, um cristão que mostra um rosto aberto já dá testemunho de Jesus, porque demonstra que Jesus preencheu a sua vida!"

 

 

 28 de Abril - Dia Mundial do Sorriso

 

No Calendarr Portugal, encontrei, na sua pagina, curiosidades, interessantes e importantes a este respeito. Mas passo a enunciar os benefícios que poderemos ter com este gesto frequente na nossa vida:

  • Diminuir a ansiedade
  • Reduzir a pressão arterial
  • Reforçar o sistema imunológico
  • Tonificar os músculos do rosto
  • Relaxamento 
  • Alívio de dores
  • Aumento da concentração

 

Sorri...

 

 

 

 

 

Uma flor num copo...

28.04.15, Helena Le Blanc

Na ultima sexta-feira, cheguei a casa e encontrei esta surpresa:

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Um copo de água com uma flor na minha secretária.

Perguntei ao marido se tinha sido ele. Negou.

O meu filho é demasiado jovem para este tipo de comportamento.

Só me restou uma ultima solução: as senhoras que me ajudam na higiene e limpeza da casa da nossa família! 

Fiquei muito comovida. Como ainda não tive a oportunidade de agradecer, decidi publicar este post, com o meu profundo agradecimento pelo pequeno (grande) gesto!

Obrigada!

Se nós tivessemos mais destes pequenos momentos na nossa vida, tenho a certeza que o mundo seria diferente.

Há uns anos atrás, ouvi um psicologo numa conferência dizer o seguinte comentário: se as pessoas tivessem "colinho", haveria menos depressões. Se deixassemos de pensar tanto em nós e no nosso umbigo, e prestasse-mos mais atenção nos outros, seríamos mais felizes.

Não custou muito (em termos de trabalho/energia/financeiramente) às Senhoras fazerem esta surpresa, que me deixou tão alegre e bem disposta!

Ama o teu próximo como a ti mesmo! - Faz aos outros o que gostarias que te fizessem a ti!

Porquê este blog? (Desafio #2)

27.04.15, Helena Le Blanc

Porquê um blog "AS SURPRESAS DE DEUS!"? 

 

Este blogue nasceu de uma necessidade urgente de falar e contar as coisas que acontecem na minha vida por intervenção de Deus! É um testemunho da minha fé!

Quantas vezes eu pensava e precisava de contar às pessoas o que me tinha acabado de acontecer... coisas magníficas ... de como Deus conseguia (e continua a conseguir) revirar a minha vida ou os meus projetos em 380º graus. Como situações tão simples, do dia a dia, perfeitamente planeadas e previsíveis, sofriam alterações por motivos extraordinários, e que nunca me passaria pela cabeça a possibilidade!

E tudo isto começou, a minha caminhada, quando conheci a Teresa e o Niall Power (que mudaram a sua residência para a minha Paróquia natural) e ao acompanhar o casal GREG e JENNIFER WILLITS. É um casal americano que através do blog e de programas áudios (Podcasts) falam do dia a dia da sua família e de que forma vão vivenciando a sua fé.

Uma das coisas que fez com que, de forma definitiva, dar (mais) um passo em encontro de Deus foi o seguinte lema do casal: Conhece a Tua Fé, Vive a Tua Fé, Partilha a tua Fé.

Evidentemente que eu não posso amar uma coisa que não conheço. Para amar precisamos de conhecer e de experimentar, por ex. um chocolate com sabor diferente. E conhecer uma pessoa ou coisa passa por procurar saber mais através de "n" de ferramentas e métodos. Se estivéssemos a falar de uma mulher e de um homem, até diria que seria o "namorar", para chegarem à conclusão que se amam ou não. Eu, antes de conhecer o meu marido e conviver com eles não poderia dizer que o amava! Afinal, nem o conhecia.

E assim foi. Comecei a procurar conhecer melhor este "Deus". O Deus que esteve presente na minha educação - Conhece a Tua Fé!

A determinada altura, a Teresa Power disse-me o seguinte: basta dares o primeiro passo. Tudo o resto é vem por vontade de Deus. Deus, como nos ama tanto (até antes do nosso nascimento), anseia este primeiro passo, para, a partir daí nos ajudar a ir ao encontro dele. 

Comecei a conhecer. E o que conheci começou a fazer tanto sentido para mim: para o meu intelecto e lado racional, para o meu coração e lado afectivo, e para a minha alma e lado espiritual!

Fazendo sentido, comecei a vivenciar de forma muito natural. Não houve nada forçado ou de sacrifício. Foi puro prazer e alegria - Vive a Tua Fé!

O blog surge, como dizia em cima, da necessidade urgente de falar e contar as coisas que acontecem na minha vida por intervenção de Deus! É um testemunho da minha fé - Partilha a tua Fé!

O meu caminho levou-me até às Família de Caná! E sobre isso poderão ler o post que fiz sobre o meu primeiro retiro.

 

 

A Olívia, do blog  Adoptar, Amar, Viver lançou-me o desafio - Conheces o teu blogue?.

As regras são as seguintes:

    -Responder a todas as perguntas;
    -Nomear 5 blogues ou fazeres por ti mesmo e comentar no blog onde viste a TAG.

As suas perguntas e as minhas respostas:

1. Há quanto tempo tens o blog? - Há 1 mês e 15 dias;
2. Em que dia é que o teu blog foi criado? - No dia 15 de Março de 2015;
3. Sem ires ao painel, quantas visualizações tens, aproximadamente? - Cerca de 140 visualizações;
4. Sem ires ao painel, quantos comentários tens, aproximadamente? - Cerca de 45 comentários;
5. Quantas mensagens publicadas tens? - 35 Posts;
6. Quantos seguidores tens? - 3 seguidores;
7. Quem mais sabe da existência do teu blog? - A minha Família, as Famílias de Caná e os amigos do Facebook;
8. Já alguma vez pediste conselhos a outro bloguer? - Sim. Sou "um bebe" no "Bairro dos blogs do Sapo";

9. Lembras-te perfeitamente de todos os layouts que o teu blog teve? - Até agora só teve um;

10. Que opinião achas que as pessoas têm do teu blog? - Tenho recebido feedbacks muito positivos.

 


5 blogues que desafio:

Caminhada a Duas

Uma Jovem Católica

Família a caminho

Rezando a vida em família

O desafio das agulhas

Um abraço bloguers!

O exemplo de uma avó...

26.04.15, Helena Le Blanc

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Ontem um grupo de amigas decidiu presentear outra amiga (que irá receber o sacramento do crisma) com um raminho, simples e singelo, de flores.

Eu ofereci-me para ir à florista comprar o ramo.

A loja da florista estava com muita gente. 

A dona perguntou-me o que pretendia, e como disse que queria um ramo feito no momento, ela pediu-me para esperar. E eu assenti de bom agrado.

A determinada altura, chega à loja uma senhora acompanhada por duas crianças que as reconheci em imediato. Aliás, o reconhecimento foi imediato. Fazem parte da nossa catequese/evangelização. Ambas, irmãs, sorriram para mim e eu retribuí também. É sempre um prazer ver as "nossas" crianças com as suas famílias noutros contextos da vida quotidiana.

A mais velha, depois de me ter reconhecido, dirigiu-se para avó transmitindo quem era eu. Preparei-me para que a avó se virasse e estabelecesse contacto visual comigo. É também agradável, para nós catequistas, ir conhecendo outros membros da família. Preparei-me para sorrir novamente.

E...

A avó ignorou a informação da neta e a minha presença. Continuou a agir como se nada fosse.

Ok.

Passado um bocado ela aproxima-se no balcão, com uma planta na mão, e pára mesmo ao meu lado. A dona da loja estava a receber o pagamento junto de outro cliente. Ela incentiva a neta mais nova, já com o dinheiro na mão, a interromper a dona da loja para receber o seu dinheiro, justificando que assim poupava tempo. A neta mais nova, à beira do balcão, responde à avó:

- Não! Não posso.

Fica à espera que a dona da loja termine o que estava a fazer. A menina olha para mim e eu sorrio (e penso "muito bem") e mantenho, durante todo o tempo, os olhos fixos no chão, para não revelar, pela minha expressão, a indignação que eu estava a sentir.

A menina pagou e as três foram-se embora.

Eu continuei à espera da minha vez. 

Chegou outro cliente que escolheu dois ramos, preparou o pagamento, chegou à beira do balcão, depositou o dinheiro, informou a dona da loja, sem esperar uma resposta, e foi-se embora. 

E eu... fiquei... Não sei como é que fiquei, mas fiquei... em espécie de transe.

Em imediato, revi as minhas próprias acções, em especial naqueles dias que estamos com muita pressa. Mas apesar de apressada, sempre tive o cuidado de pedir licença e autorização junto das outras pessoas, com uma pequena explicação de justificação.

 

 

A família das crianças, em especial os cuidadores diretos, pedem ao Pároco que a Paróquia receba e aceite a presença dessas mesmas crianças nas atividades de evangelização.

Nós catequistas/evangelizadores, a pedido do Sr. Pároco, temos uma grande missão: transmitir a Palavra de Deus. Com isto pretendemos que as crianças conheçam mais o nosso Pai (em especial a história da aliança), e que o amem profundamente.

Portanto, é muito bom quando o nosso trabalho é verdadeiramente reconhecido. Acontece através do reconhecimento público (Primeira Comunhão), ou através destes pequenos gestos.

Será que seria um sacrifício muito grande a Sr.ª Avó cumprimentar-me só com um ligeiro sorriso e inclinação de cabeça? 

Nós, catequistas, não esperamos prendas ou bustos! Mas gostaríamos de nos sentir acarinhados, já que afinal temos um papel (pequeno) na educação da criança. Nas conversas semanais que temos com elas, acabamos por saber  muito da intimidade da família, a qual muito respeitamos e preservamos.

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Aproveito para comentar convosco o seguinte: relativo ao meu próprio grupo de crianças, e até ao momento presente, nunca tive a oportunidade de conhecer um elemento/pai ou mãe/cuidador de uma criança que tenho. Apercebi-me, num dia destes, da mãe, que a vi a ralhar com a dita criança por esta ter andado a correr, relembrando que tinha uma doença que o impede de ter esse tipo de atividades. Eu fiquei a digerir a informação. Como estava longe e a pensar, "escapou-se-me" a oportunidade. Desde essa data a criança não voltou. Suponho que esteja doente.

Deverei ter a preocupação de me apresentar e tentar conhecer alguém daquela família? Não seria importante eu saber que a criança não pode correr?!

 

Por último, concluo este desabafo, fazendo o seguinte pedido: adultos, cuidado com os exemplos que vão dando às nossas crianças e jovens; crianças e jovens que acabam de fazer a Primeira comunhão ou o Crisma.

É que, temos e continuaremos a ter adultos, que entram, servem-se, pagam e saem sem dar qualquer explicação e justificação aos presentes e, muito menos, ao dono da loja!

Será que fazem isso na casas dos outros? E se alguém fizesse isso nas suas próprias casas? 

Será que um dia as nossas crianças vão ter o cuidado, a gentileza e o respeito para com os próprios familiares, quando estes agem desta forma constantemente, sem demonstrarem qualquer tipo de respeito e gentileza para o ser mortal comum?!

 

 

 Amiga, que tenhas um lindo dia, e agora, com mais força,

continuarás a testemunhar o amor de Cristo!

Que Deus te abençoe!

 

 

 

Tradição #1

24.04.15, Helena Le Blanc

 

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Num dia destes, na Ribeirinha do Porto, a passear com a minha família, descobri uma coisa. 

Esta descoberta envergonhou-me. Senti-me quase indigna da minha nacionalidade! 

Já tinha visto, por aqui ou por ali, um objeto de joalharia muito trabalhado. O que eu não fazia ideia é que faz parte da nossa história! 

Ao entrar numa ourivesaria, deparei-me com um seguinte cartaz apelativo que dizia o seguinte:

"A História desde coração que representa a cidade de Viana do Castelo, tem raízes religiosas, e surgiu em Portugal em finais do séc. XVIII, com o culto ao Sagrado Coração de Jesus, tendo sido oferecido por D. Maria I para ter um filho varão.

Ele representa a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. A parte de cima deste coração representa o amor de Cristo que é tão forte que transborda em chamas. Estas "chamas" são representadas na parte superior des coração.

Trazer este coração ao peito simboliza a devoção, o amor ardente e a dedicação sem igual. Ele exalta os sentimentos puros e fortes capazes de vencer qualquer impossível.

Estes corações são elaborados com um enorme cuidado, são muito meticulosos e muitos deles estão nas famílias minhotas há várias gerações, pois fazem parte das jóias da família. Por serem tecidos com fios de ouro ou prata finos muito enleados tornam-se muito resistentes.

 Embora se tenha passado em Viana do Castelo, a arte da Filigrama é produzida apenas em duas localidades, Póvoa de Lanhoso e em Gondomar."

Achei muito bonito este "nosso objeto" e que faz parte agora da nossa cultura e tradição portuguesa!D.Mara.II_-_A_Pia.png

D.Maria I, a nossa primeira rainha, anteriormente princesa do Brasil, conhecida como A PIEDOSA ou a PIA, pela sua devoção religiosa, fez um voto de que construiria uma igreja se tivesse um filho para herdar o trono. Teve um filho varão e a Igreja, a Basília da Estrela, começou a ser construída em 1779. Portanto, pela mesma altura, "concebeu" este coração tendo-o oferecido com o mesmo propósito.

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A gratidão e a ingratidão...

23.04.15, Helena Le Blanc

Nestes últimos dias, deparei-me com situações de gratidão e situações de ingratidão, sendo que as primeiras deixaram-me muito feliz e as segundas incomodaram-me bastante.

 

A ingratidão.

Não as vou descrever, mas posso dizer que surgiram no contexto do trabalho. E, tendo sido objeto de conversa, na mesma ocasião contaram-me outros exemplos semelhantes que conhecem, de outras áreas e regiões.

Fiquei muito triste. Sei que todos são meus iguais, e meus irmãos no amor ao nosso Pai do Céu. Mas não consigo deixar de ficar, um pouco até zangada, por perceber que há pessoas (e não necessariamente as que trabalham comigo) que não aproveitam as oportunidades com ambas as mãos e com todo o coração. Aliás, tanto não o fazem como exigem dessas oportunidades condições muito especificas e quase até mesquinhas eu diria.  Não se apercebem que outros fazem todo o possível para lhes manter essas condições.

Outros, abrem mão da sua realidade atual sem terem projetos ou perspectivas, por causa de sonhos (mal analisados) ou por crenças num futuro risonho. E isto é o que eu chamo de inconsciência pura, pois colocam-se a si e à sua família em situações económicas terríveis, fruto das quais mais tarde cobram responsabilidades à sociedade.

No que me concerna a mim particularmente, soube que, em reunião séria e de trabalho, se referiam a profissionais, como técnicos (onde estou incluída) que só estamos para ganhar dinheiro e para não fazermos nenhum, quando há provas concretas e sinais evidentes de dedicação e de resolução de todas as necessidades, dentro das possibilidades físicas e financeiras disponíveis.

E isto é ser-se leviano. "Não levantes falsos testemunhos!" A liberdade permite-nos dizer coisas até determinados limites. E essas coisas tem que ser ditas de forma responsável e séria. Há que dizer, o que de facto se tem de dizer e, se for o caso, denunciar até! Temos que parar e ouvir realmente o que a nossa boca transmite aos outros, pois poderá trazer consequências avassaladoras. E isto devermos aplicar em todas as circunstâncias da nossa vida.

Mas retomando e concluindo, eu acho que no setor social (do qual eu faço parte) faz-se um trabalho extraordinário de gestão financeira, de recursos humanos e materiais, de rentabilização, e de adaptação a todos os normativos, para acudir as necessidades da sociedade de HOJE, sejam de famílias com dificuldades diversas, sejam das famílias trabalhadoras sejam das famílias tradicionais, sejam das famílias com novas tipologias, sejam das famílias de nível médio e alto.

Acho que, qualquer gestor, administrador ou diretor, seja de entidade privada ou publica, deveria ter um tempo de experiência no setor social. Aprenderia o possível e o impossível.

Portanto, por tudo isto, eu senti a ingratidão nestes últimos dias! E fiquei triste. Aliás, muito triste. O meu coração foi invadido, temporariamente, por um negrume.

 

A gratidão.

Há pouco tempo a minha sogra  ofereceu-me umas flores, e que as coloquei na minha sala.

Passados uns 3 dias, a mesma jarra de flores estava assim:

 

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Festejei o meu aniversário há pouco tempo. E por isso, fui presenteada com flores... e flores... e bolos de aniversário, e um jantar preparado pelo marido,  e um bonsai, e um frasco de mel caseiro (que gosto muito)... e mais prendas, e mais post no facebook, e ..... muito mais.

Fiquei tão feliz e grata por todos estes gestos de carinho. Foram uma surpresa tantos miminhos. Para mim, é sempre uma surpresa.

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Mas uma das grandes surpresas, foi este bolo, feito por uma amiga, e que não poderia deixar de mostrar:

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A mensagem no bolo era a seguinte:

 

Helena... neta, filha, mulher, esposa e mãe. Um dia serás sogra e avó, por isso sê feliz, és uma mulher abençoada por Deus!

 

Eu sou uma mulher feliz e abençoada.

Apesar de ter sido uma grande pecadora, e de continuar a ser (apesar de todos os meus esforços), sinto-me abençoada por Deus.

E sabem porquê? Porque amo o meu Deus, sobre todas as coisas e pessoas!

Gostaria de deixar a seguinte mensagem para quem tem duvidas e acha que eu sou uma mulher de sorte (porque tenho um marido maravilhoso, porque tenho um filho perfeito, porque tenho um trabalho bom, porque tenho uma casa, ou um carro, ou umas carteiras de marca, ou isto ou aquilo): eu não sou uma mulher de sorte, mas sim sou uma mulher feliz e abençoada porque tenho fé em Jesus Cristo Ressuscitado.

E sinto uma gratidão imensa por Deus me abençoar, a mim e à minha família, apesar de todos os nossos defeitos e limitações.

 E este segredo ou sorte, está à mão de qualquer pessoa: basta só dar o primeiro passo, porque DEUS fará o resto. E eu que o diga!

 

 

Temporariamente eu senti a ingratidão,

mas, definitivamente, eu sinto-me grata por ser uma mulher feliz e abençoada!

 

Curiosidade: a única coisa que não era comestível...

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 O terço... e que coloquei no meu cantinho de oração! (Obrigada Amiga!)

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Uma conversa a dois...

22.04.15, Helena Le Blanc

No fim de semana passado, eu e o meu marido tivemos a oportunidade de irmos jantar fora.

O meu filho ficou com a minha sogra.

Contentes com a oportunidade, dirigimo-nos ao nosso restaurante favorito, em Aveiro e, estava encerrado para férias! Ficamos muito tristes. Nós gostamos muito de comida italiana e tínhamos muitas expectativas para esta refeição.

No caminho, tínhamos apreciado um pôr-do-sol lindíssimo. 

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Eu lembrei-me de um pequeno restaurante que, há cerca de três anos, colegas de trabalho tinham-me levado. Eu tinha ficado com uma boa impressão. O meu marido aceitou a sugestão e lá fomos nós!

Voltas e mais voltas para estacionar (uma coisa que já não estávamos habituados), e mãos dadas a caminhar pelo passeio.

Entramos, sentamos e começamos a petiscar em imediato.

E começamos a conversar...uma coisa que não fazíamos à muito, ou por falta de tempo ou por forte barulho sonoro. O nosso filho tem o terrível habito de não nos deixar falar.

Havia muito para falar.

A conversa teve diversos tons e picos. A surpresa foi que, desta conversa, eu encontrei o momento certo para rezar o terço.

 

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Durante a minha infância, eu rezava todos os dias o terço à noite, na cama. Claro que adormecia e nunca concluía.

Depois, passaram se muito anos sem que eu rezasse um terço. No entanto, guardava-os e, de certa forma, ia colecionando-os.

Até que as Famílias de Caná mudaram isto. 

Foi no Primeiro Retiro que realmente percebi a verdadeira importância para se rezar o terço. A oradora, Teresa Power, tinha várias histórias engraçadas e interessantes à cerca deste assunto.

Também percebi isto: só são precisos 15 minutos para rezar.

Quando pensava em rezar o terço, pensava em imediato na "trabalheira" e no "aborrecido" que era rezar o terço. Mas afinal, é tão simples rezar o terço. São somente precisos 15 minutos e, com os mistérios, torna-se interessante.

O que definitivamente me fez iniciar foi o seguinte: eu sou mãe. Se, com o rezar o terço, que me leva 15 minutos do meu dia, dizendo-se umas orações repetitivas (que preciso de pensar muito), poderei estar a proteger o meu bebe, então não quero correr riscos. Vale mais ir pelo seguro e rezar o terço. Certo?

Digam-me lá, mães e pais: no caso de dúvida, se rezar o terço protege os nossos filhos, não é mais um pequeno sacríficio que poderemos fazer?

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Então, nas minhas viagens entre Aveiro e Sangalhos (quando morava em Aveiro), uma das coisas que eu fazia era rezar o terço. Todos os dias rezava o terço.

Mudei de casa em Maio de 2014. Vivendo a 5 minutos do meu trabalho, deixei de ter o momento da viagem para rezar. E desde então que, interiormente, tenho andado a debater-me por encontrar e encaixar o rezar o terço na minha rotina diária. 

E sabem porquê esta preocupação? Porque, entretanto, tinha deixado de ser um sacrifício rezar o terço, para ser uma necessidade e um bem estar.

 

Retomando a conversa a dois...

O meu marido transmitiu-me que andava muito cansado, não conseguia descansar bem e que a tarefa de passear os nossos dois cães à noite (pela meia-noite) e de madrugada (pelas 7h00) estava a contribuir para isso. Eu, num impulso altruísta (brinco) decidi tomar a mim a responsabilidade de passear os cães de manhã. E, fez-se luz (na minha mente e no meu coração). Tinha encontrado o momento perfeito.

 

Como é bom rezar o terço!

 

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Desafio...

21.04.15, Helena Le Blanc

 

A Bruxa MIMI do blog Alheia a tudo, ou talvez não!, lançou-me este desafio. A saber:

 

1 . Escrever 11 factos sobre nós próprios;

2 . Responder às perguntas que nos colocaram;

3 . Nomear 11 blogues com menos de 200 seguidores;

4 . Fazer 11 perguntas aos autores dos blogues nomeados;

5. Colocar a foto do Liebster award no post e respetiva tag;

6. Enviar o link deste post a quem me nomeou.

 

É engraçado quando se lê o dos outros e se observa à distância. Mas, pia fino, quando nos calha a nós!

 

Vamos lá...

 

 

PONTO UM - Escrever 11 factos sobre nós próprios:

 

1 - Gosto muito de pistachos;

2 - Sou uma mulher muito pragmática;

3 - Gasto imenso papel, seja de que tipo for (papel higiénico, guardanapos, lenços de papel, toalhetes, etc...);

4 - Fui Batizada na Vigília Pascal com quase 5 anos; 

5 - Fiz correção de miopia em ambos os olhos com laser;

6 - Na minha juventude, e por períodos vários, tive aulas de etiqueta, alemão, inglês, francês, desenho e equitação num colégio privado;

7 - Fui filha de emigrantes, durante 23 anos;

8 - O meu melhor amigo de infância foi Jesus;

9 - A minha canção preferida é " Adivinha quanto eu gosto de ti" de André Sardet;

10 - Fiz a Primeira Comunhão no Santuário de Fátima;

11 - Gosto muito de viajar.

 

PONTO DOIS - Responder às perguntas que nos colocaram

  1. Ser mãe a tempo inteiro é/seria uma boa opção para ti (pondo de parte a questão financeira)?Até há uns meses atrás, a minha resposta seria: Não, nem pensar. Hoje: E porque não?
  2. Praia ou piscina? Praia.
  3. Cor de olhos preferida? Mistura de tons: castanho e azul escuro
  4. Prato de carne, de peixe ou vegetariano? Vegetariano com imensas massas.
  5. Areia, relva ou neve? Relva.
  6. Cinema ou teatro? Cinema.
  7. Restaurante preferido e onde fica?Aveiro: restaurante Italiano.
  8. Melhor presente que te podem/poderiam oferecer? Um bonsai ou uma viajem.
  9. Chocolate(s) ou gelado(s)? Chocolates.
  10. O que é pior: tirar sangue para análises ou ir ao dentista? Dentista.
  11. Primeira palavra que te vem à cabeça e que rime com "Mimi"? (pode não ser a primeira, vá ;-)) Exprimi (esta foi muito difícil! Nem foi à 1ª, nem à 2ª nem à 3ª! Tive que perquisar!)

 

PONTO TRÊS - Nomear 11 blogues com menos de 200 seguidores;

  1. http://www.caminhadaaduas.blogspot.pt
  2. http://familiaacaminho.blogspot.pt
  3. http://umacaravananodeserto.blogspot.pt
  4. http://eutouescondida.blogspot.pt
  5. http://vocabulosestouvados.blogspot.pt
  6. http://unstemfilhosnostemosavos.blogspot.pt
  7. http://experimenteie.blogspot.pt
  8. http://www.dacordascerejas.com
  9. http://cagido.blogs.sapo.pt/397398.html
  10. http://conversasnochadascinco.blogs.sapo.pt
  11. http://peregrinaaqui.blogs.sapo.pt

 

PONTO QUATRO - Fazer 11 perguntas aos autores dos blogues nomeados;

  1. Livro preferido?
  2. Peça de roupa incómoda?
  3. Nunca na vida?
  4. Uma recordação triste?
  5. Passatempo favorito?
  6. Um sonho por realizar?
  7. Programa de TV?
  8. Uma conquista recente?
  9. Uma rotina importantíssima?
  10. Uma historia de Infância?
  11. Por último: ÉS FELIZ?

 

PONTO CINCO - Colocar a foto do Liebster award no post e respetiva tag - Check;

 

PONTO SEIS - Enviar o link deste post a quem me nomeou - Chek;

 

 

BRUXA MIMI, obrigada por este exercício!

 

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A Primeira Comunhão!

20.04.15, Helena Le Blanc

Hoje foi o dia das Primeiras Comunhões na Paróquia de Mogofores.

Não poderia ter sido uma celebração mais feliz!

Através das fotos e do vídeo, poderão observar que nós somos testemunhas da Ressurreição de Jesus Cristo.

Nós proclamamos com alegria a Ressurreição, com um rosto aberto. Ele preenche a nossa vida, e faz-nos felizes!

 

Jesus: "Eu sou o Pão da Vida"

É o meio para realizar o nosso unico destino: a eternidade!

 

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 Ao contrário do que um famoso filósofo disse um dia, Friedrich Nietzsche, "pelo que se vê, o que celebraram (na IGREJA)  não deve ser grande coisa porque eles não vêem muito contentes", NÓS SAÍMOS MUITÍSSIMOS CONTENTES DA EUCARISTIA!

 

 

Preciso de ajuda #2

18.04.15, Helena Le Blanc

Hoje de manhã, enquanto andava nas minhas lidas domésticas, na sala de estar que temos junto aos quartos de dormir no 1.º andar, onde está o nosso cantinho de oração, reparei que eram necessárias mudanças urgentes. E estou a falar em redecoração. 

Constatei que toda a sala e ambiente não me satisfazia. Então, pedi ajuda ao meu marido (que nestas coisas opina sempre e tem posições fortes) e reorganizei tudo, de forma a satisfazer o meu espírito.

Um dos objetos que troquei de sítio foi um quadro, que estava muito escondido e que agora tomou lugar de destaque. Desde o primeiro minuto que fiquei com a sensação que não era o sítio dele mas, até hoje de manhã não via outra opção.

Este quadro é um dos meus preferidos. Foi o meu pai que, há pelo menos 20 anos atrás, comprou numa das suas viagens (penso que em Itália). Esteve durante muitos anos num canto da casa, até que quando eu própria me mudei de casa pedi-lhe o quadro. Os meus pais ofereceram-me.

 

Tem um "je ne sais quais!" 

 

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Não é belo?

Da parte de trás tem esta etiqueta:

 

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Eu sempre achei, e continuo a achar, que o quadro representa a Anunciação. 

Mas não existe nenhuma referência escrita que indique alguma coisa, à excepção da etiqueta. Assim, hoje de manhã, durante as mudanças, achei um disparate de eu ainda não ter usado a internet para pesquisar sobre isso.

Assim, introduzi o que esta escrito por de trás do quadro no browser, e descobri que é uma fotografia de uma empresa de nome Fratelli Alinari, ainda em funcionamento, e que foi fundada em Florence, Itália, em 1852.

O quadro é todo em madeira. 

Não consegui descobrir mais nada. O quadro não tem numeração nenhuma.

 

Sendo uma fotografia, esta imagem existe em alguma parte do mundo, certo?

 

Alguém sabe alguma coisa desta imagem que (suponho) ser de Maria? 

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