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as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

as surpresas de DEUS!

uma cristã católica com sérias dificuldades no caminho da Santidade!!!

Schoenstatt: Santuário de Aveiro

30.03.15, Helena Le Blanc

Neste ultimo sábado, o grupo de Acólitos do Santuário Salesiano Maria Auxiliadora de Mogofores, do qual faço parte, realizou uma visita ao Santuário de Aveiro do Movimento Apostólico de Schoenstatt.

Eu já tinha ouvido falar do local. Aliás, é difícil ignorar a placa rodoviária indicativa "Santuário de Schoenstatt" no caminho para a Praia da Barra ou Praia da Costa Nova.

Acho que toda a gente sabe do que falo. Mas, já alguma vez foram ao Santuário?

Eu nunca tinha ido e, foi uma grande surpresa!

Nas vésperas deste passeio, fiz algumas pesquisas na net, para não parecer muito mal "na fotografia”!

Percebi que o movimento nasceu na alemanha, e que a devoção era a Maria, Mãe de Jesus. Também percebi que uma imagem de Maria, Mãe peregrina, percorreu o mundo e que o Padre Kentenich, o seu fundador, tinha uma longa barba.

 

Movimento de schoenstatt

 

Mas, uma coisa é pesquisar e outra coisa é ir ao local e ouvir… ao vivo e com todas as cores.

Vimos uma apresentação, tivemos uma visita guiada, conversamos com uma das Irmãs, rezamos, passeamos num grande e lindíssimo jardim, jogamos, compramos recordações, comemos, cantamos os parabéns, e acolitamos. Foi um longo dia, cheio de momentos diferentes; o tempo voou, das 9h15 às 19h.

 

Para mim, foram marcantes os seguintes aspectos deste Santuário e do Movimento:

  • O Santuário original não foi criado fruto de uma aparição Mariana; era uma Capela dedicada ao arcanjo S. Miguel, que não estava a ser usada;
  • Foi e é um projeto de AMOR; um conjunto de pessoas consagraram-se a Nossa Senhora e fizeram uma ALIANÇA DE AMOR;
  • O capital de graças quer dizer o oferecimento de sacrifícios e a interceção de Maria junto de Deus para nos dar graças;
  • MTA, ou seja, Maria Três vezes Admirável (Mãe, Rainha e Vencedora);
  • Acolhimento, Transformação e Apostolado.

 

Eu tive muitas surpresas de Deus neste dia, mas essas serão assuntos para futuros blogs!

 

Aqui ficam algumas fotografias…

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Um pequeno (grande) esforço!

28.03.15, Helena Le Blanc

Num destes últimos dias, uma colega de trabalho chegou à minha beira e perguntou-me se eu gostaria ajudar alguém. Eu respondi afirmativamente, claro!


A minha colega explicou-me que, casualmente, descobriu que alguém, perto de nós, estava com muitas dificuldades. Não tinha pago algumas faturas de um determinado serviço básico e que agora, além de as ter que pagar, tem a despesa da reinstalação acrescida. Como ainda não tínhamos chegado ao fim do mês, a situação estava a tornar-se caótica.


A minha colega, num passa a palavra, em conjunto com outros colegas, recolheram diversos valores até completarem a quantia necessária.

 

A minha primeira surpresa foi identificar, neste conjunto de pessoas contribuintes, pessoas que vivem em difíceis condições financeiras (vencimentos médios baixos, dois ou mais filhos, crédito de habitação, etc.), e que no entanto decidiram dar uma ajuda, a sua (pequena e grande) ajuda! Não se esconderam atrás de desculpas ou de razões até muito válidas. Com grande coragem e espírito de sacrifício ajudaram o seu próximo.


A minha segunda surpresa foi receber, por email, esta nota de agradecimento:

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A minha terceira surpresa, foi o testo que uma outra colega escreveu no email e que com o qual fez chegar a nota de agradecimento:


Boa tarde,

Hoje tinha em cima da mesa esta carta de agradecimento de xxxxxxx.

É muito bom quando sentimos que fomos de alguma forma útil para o próximo...
adoro esta frase e identifico-me bastante com ela:

Basta Sorrir e as coisas acontecem....

Obrigada

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Continua a ser uma surpresa!

26.03.15, Helena Le Blanc

Hoje foi um dia de muitas surpresas de Deus, e uma das forças do mal.


Mas vou contar a mais simples, a mais frequente, a que continua a surprender-me todas as vezes que acontece!


Eu, no meu trabalho, sou de dedicaçao e empenho completo. Durante o horario, local ou matéria de trabalho, eu sinto-me completamente implicada e como tal, co-responsável.


Nestes ultimos dias, uma colega andava a insistir comigo, e muito bem, para preparar um determinado documento para ser assinado por um nosso prestador de serviços. Porque eu sabia que era um assunto muito importante, como outros, fiquei e andei preocupadíssima por ainda não ter conseguido preparar o mesmo.


Ultimamente, a quantidade de assuntos que são muito importantes cresceu adruptamente, sendo muito difícil a priorizaçao e a gestão do meu tempo.


Hoje de manhã, mais uma vez, a minha colega de trabalho veio ter comigo. O prestador em questão iria estar no nosso local de trabalho e queria aproveitar a oportunidade para ele assinar o dito documento.


Eu mal a vi preparei-me para responder à mesma pergunta, tendo até tomado a palavra antes de ela me questionar. Ela travou-me e disse-me que o prestador tinha falado com ela e que lhe comunicou que iria emigrar.


Emigrar? Contra todas as expetactivas, ele vai emigrar!


A partir deste momento percebi que tinhamos que procurar outra pessoa.


Eu fiquei embasbacada. Em imediato, testemunhei, às diversas pessoas presentes no momento, que Deus continuava a conseguir surpreender-me!


Sei que faço todo o possível por cumprir todas as minhas obrigações, e se não apareceu/aconteceu o tempo ou a oportunidade para o fazer é porque há uma razão forte. Se tivesse preparado o documento, teria sido tempo perdido!
Deus continua a fazer-me sorrir e a apanhar-me “nas curvas”, desprevenida!


E este tipo de situações repetem-se frequentemente.


Uma coisa que eu sei que é certa e sólida, dá “voltas”surpreendentes!


E quem convive comigo sabe destes episódios, pois eu divido e partilho.


Meu Pai, apesar de já não ser tão “stressada”, como no passado, percebi hoje que ainda não confio totalmente no teu amor! Perdoa-me!


Tu és grande e maravilhoso!

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E depois...

24.03.15, Helena Le Blanc

Feliz quem cuida do fraco e do indigente: O Senhor Salva-o no dia infeliz.
O Senhor guarda-o e mantém-no vivo, para que seja feliz na terra, e não o entrega à vontade dos seus inimigos.
Salmo n.º 41 - Deus cuida do abandonado.

Quando o salmista escreveu/cantou/orou estas palavras, tenho a certeza que não estava a falar de animais. Mas ao encontrar-las na minha bíblia, lembrei-me do que aconteceu recentemente.

Há uma semana e dois dias acolhemos o Salvador/Pluto na nossa família. Um cão de cor dourada, de tamanho mediano, pêlo cumprido, olhos cor de ouro, atitude meiga e sofredora…

Depois de percebermos parte da sua difícil história, decidimos ficar com o cão. Não teve, até à data, uma vida de carinho e de bons tratos!

Assim, logo nos primeiros instantes a nossa preocupação foi entender se ele sabia que não poderia fazer as suas necessidades dentro de casa. Com dois gatos, uma cadela, uma criança de 2 anos, um trabalho profissional absorvente, não dava nada jeito nenhum ter umas limpezas extras.

Depois percebemos que tínhamos dois grandes problemas: ele perseguia os nossos dois gatos (habituadíssimos a conviver com a nossa cadela e a estarem muito à vontade em casa) e em cada minuto de liberdade no nosso jardim tentava fugir da nossa propriedade.

Deitava-se para dormir nos cantos e a qualquer movimento e som levantava-se em imediato, assustadiço!

Com determinação e coragem continuamos a nossa rotina quotidiana, treinando agora mais um novo membro. Fomos com ele ao veterinário, por duas vezes, percebemos que ele estava a ter uma espécie de ataques e tomamos as decisões que achamos mais acertadas.

Uma semana e dois dias depois, o Pluto surpreende!

Já não persegue os nosso dois gatos (Anjo e Zuca), tolerando-os bastante bem. Já fica mais de dois minutos sozinho no nosso jardim (ainda não nos arriscamos a deixá-lo mais tempo), adora o nosso filho, salta de contentamento em vários momentos do dia, tenta roubar comida da despensa, tenta saltar para a cama, deita-se nos sofás, rouba os sapatos do meu marido, morde e brinca com alguns bonecos do meu filho!

Ao passear, se esta sem trela na estrada, vêm ter connosco quando o chamamos.

Tolerou uma data de amigos que recebemos para jantar recentemente. Entreteu-se a roubar-lhes o pão.

Está a tornar-se um cão com uma personalidade muito interessante!

Hoje li um post no facebook da pessoa que o encontrou, em primeiro lugar, num estado deplorável, que dizia o seguinte:

Apaixonei-me por ti logo no primeiro instante, e tu sabes! Só não fiquei contigo porque não posso, mas sei que agora estás bem entregue, que tens uma nova família que te ama e vai cuidar de ti! Espero que fiques bem Salvador/Pluto. Depois de tudo o que já passaste, bem mereces!

Meu Deus, peço-lhe benções para os jovens e adultos que se preocupam com os animais perdidos e abandonados procurando-lhes melhores vidas!

Dou graças por usarem o seu tempo livre nesta atividade de misericórdia.

Jubileu da Misericórdia

 

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Quase um roubo... por muito pouco!

22.03.15, Helena Le Blanc

Na ultima sexta-feira, tive que ir fazer compras de ultima hora. No dia seguinte, iria ter um grupo a jantar lá em casa, e estavam a falhar algumas coisitas.

Já há algum tempo que não ia com o meu filho às compras. Ele quis ir sentado num dos carrinhos de compras.
Com a minha lista percorri os diversos corredores.

Como temos um cão novo na família, parei na área dos animais para escolher-lhe um brinquedo. A nossa primeira cadela nunca gostou de brincar. O meu filho, escolheu uma espécie de bola verde, e passou o resto do tempo a brincar com esta.
Chegamos à caixa e coloquei todos os artigos no tapete rolante. Rapidamente voltei a arrumá-los e efetuei o pagamento.
Estava muito satisfeita com o meu filho, pois ele tinha-se portado muito bem!

Quando cheguei ao carro reparei que o brinquedo que ele tinha escolhido para o cão não tinha passado pela maquina. Fiquei “perdida”. Fui arrumando as compras e… começou o grande dilema: o que faço? Deixo passar a situação, arrumo o brinquedo e vamos embora? Afinal, até é um grande hipermercado, e portanto devem faturar bastante bem… Uma coisita não lhes fará diferença…

Pensei no meu filho, no tipo de valores que quero que ele aprenda. Pensei em mim própria. Se fosse há uns anos atrás, não teria pensado. Mas pensei. Pensei uma, duas e três vezes. Arrumei tudo no carro, peguei na minha carteira, no meu filho ao colo, no brinquedo, e voltei a entrar na área comercial.

Dirigi-me ao balcão de apoio. Depois da minha explicação, a funcionária erradamente percebeu que eu queria devolver o brinquedo. Reafirmei que queria comprar, esclarecendo que foi um engano que a funcionária, que estava na caixa, não tinha culpa nenhuma. Não queria, de todo, que a colaboradora tivesse qualquer problema. A funcionária percebeu, registou e cobrou. Eu paguei.

Estava à espera de uma reação de surpresa. Suponho que não serão todos os dias que este tipo de situação acontece. Mas a funcionária não reagiu… Fiquei a pensar…

Será que, afinal, eu julgo tão mal a nossa geração? Ou ainda fará parte do teste?

Não sei, mas o facto é que mantive-me segura e serena até ao fim, sem levantar problemas para ninguém, mantendo a situação o mais discreta possível.

Vim-me embora a sentir-me tão orgulhosa de mim própria. E só isso bastou!

 

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Saudades da Avó!

22.03.15, Helena Le Blanc

Num destes últimos dias, o meu marido, ainda na cama, pediu-me para eu ir passar os cães. Normalmente é ele quem passeia os cães (plural desde há uma semana). E eu, levo muito à risca a divisão de tarefas na nossa família. Como tal, a minha resposta previsível seria: “porquê eu? tu é que fazes isso!”.


Acontece que nessa manhã, especificamente neste ultimo sábado, que também por acaso tornou-se um dia especialmente ocupado e muito preenchido, eu não “refilei”. De pijama, calcei as pantufas do James, vesti casacão, e lá fui eu, às 8h da manhã, passear os cães!


Saí de casa completamente espantada comigo própria. Durante o caminho fui a pensar em tudo o que eu tinha para fazer ao longo desse dia e, para surpresa das surpresas, estava eu a passear calmamente os cães. Mais, os meus pés encaminharam-se para um caminho entre pinhais que eu desconhecia. E à medida que caminhava, mais eu continuava em frente.


Até que, deparei-me com uma coisa extraordinária: uma planta! Uma planta que, há pelo menos, 30 anos eu não via!

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Durante a minha criancice e juventude nunca me senti especialmente empática com plantas e com atividades agrícolas. No entanto, e porque fui criada com a minha avó materna, desde os 3 anos até aos 23 anos, habituei-me a plantas, mas sem ligar muito. Brinquei demasiadas vezes na terra e nos campos. Para mim, construir regos de água entre os campos cultivados eram jogos.


Mas apesar do meu desinteresse completo, alguma coisa ficou no meu cérebro. Reconheci aquela planta. E digo-Vos, para muita vergonha minha hoje, foi a primeira vez que consegui reconhecer, com segurança, uma planta: brincos de rainha!

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Fiquei quase sem fôlego, abasbacada, a olhar para a planta. E em imediato veio à minha memória a minha querida avó, e a conversa exata que ela teve comigo quando, na casa em que na altura nós vivamos as duas, ela me disse o nome de uma planta igual àquela!


E pela primeira vez, nos últimos 7 anos, eu permiti-me sentir saudades dela!


Avó, tenho tantas saudades tuas!

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Quando os filhos imitam os pais...

18.03.15, Helena Le Blanc

Por causa de trabalhos manuais, no ultimo fim de semana, fiquei com uma bolha num dos dedos da minha mão. Foi o resultado da utilização de cola quente. 

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Na segunda-feira fui pedir um ato de enfermagem para o meu dedo com a bolha, e a enfermeira que me atendeu - uma excelente enfermeira, deu-me, no final, um saquinho plástico com diversos pares de luvas vinil para eu proteger a mão, e subsequentemente o penso.

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Nesse mesmo dia, eu coloquei uma luva para poder dar banho ao Xavier, o meu filhote. Este observou o processo e o “objeto”, ficando muitíssimo interessado. Perguntei-lhe se queria uma luva. Ele disse que sim. Fui buscar-lhe uma e ele passou o resto do banho a brincar com ela. 

Depois de o vestir deixei-o brincar à vontade durante algum tempo. Pediu-me outra luva. Mal me apercebo estava a colocar ambas as luvas em cada uma das suas mãos e a tentar segurar objetos. Fiquei intrigada. Como é que ele sabia que cada mão poderia usar uma luva e o propósito das mesmas? 
Percebi passados alguns minutos. As ajudantes de ação educativa da creche usam luvas na mudança de fraldas. 

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As crianças são seres imitadores por excelência!


Recordei, no ultimo domingo, as diversas vezes que me ele pediu para eu colocar a sua mãozita na concha de água benta (presente na entrada da Igreja) e fazer o sinal da cruz em si proprio. No final de cada benção, ele respondia “Ámen”, sozinho, sem ajuda. 


Lembrei-me as tantas vezes que ele identifica uma cruz, primeiro do que eu, referindo que é Jesus! Sabe quem é a Mamã de Jesus. Aliás, tem no seu quarto um quadro de Nossa Senhora de Caná, feita por uma jovem da nossa comunidade!


Lembrei-me que um dia destes ele imitou-me a fazer a genuflexão, dentro da Igreja! E provocou alguns sorrisos pois além de estar a fazer o gesto, estava a fazê-lo virado para o fundo da igreja, e não para o Sacrário, onde está o nosso Salvador!


A Genuflexão é símbolo de reconhecimento e humildade. Jesus cristo, sendo de “condição divina” não “se apegou à sua igualdade com Deus (…) Por isso Deus o exaltou grandemente, e Lhe deu o Nome que está acima de qualquer outro nome; para que, ao Nome de Jesus, se dobre todo o joelho no Céu, na Terra e sob a Terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Livro dos Filipenses, Capítulo 2, versículos de 6 a 11).

Senhor, minha bandeira!

16.03.15, Helena Le Blanc

Eu sou evangelizadora/catequista.


Na nossa Paróquia não temos os tradicionais catecismos. Temos os “Mistérios da Fé” (tês volumes), pelos quais nos guiamos. Estes livros são da autoria de Teresa Power, também evangelizadora/catequista na mesma Paróquia.

 

Mistérios da Fé

 

Um destes últimos sábados fui surpreendida por um relato bíblico: a guerra entre os Amalecitas e os Israelitas, durante a travessia no deserto pelo Povo de Israel (Livro do Êxodo, Capitulo 17, versículos 8 a 15).


Fiquei indecisa. Como é que eu iria dar a conhecer esta história bélica? Se por um lado eles naturalmente gostam, por outro é um assunto complicado, para mim, de falar: Deus e guerra! 


Mas, na minha opinião, um relato incrível. Não me recordo de alguma vez ter ouvido falar, na minha catequese ou noutras ocasiões! 


Assim, repentinamente, decidi simplificar e iniciar o encontro com um jogo. Desafiei as criança (desculpem, pré-adolescentes) a fazerem um jogo: duas equipas (A e B) que iriam fingir que estavam a lutar (luta corpo a corpo, espingardas, espadas, etc.). As regras foram as seguintes: quando eu levantava as minhas mãos ambas as equipas fingiam que a equipa A estava a ganhar; quando eu baixava as mãos ambas as equipas fingiam que a equipa B começava a ganhar a batalha!


Durante pelo menos 20 a 30 minutos eles divertiram-se com este jogo. De vez em quando trocavam de personagens. Eu também ia trocando com eles.


No fim, perguntei-lhes se queriam saber qual era a verdadeira história que estava por de trás deste jogo. Ofegantes, quiseram saber.


À medida que íamos avançando na história, eu comecei a observar aqueles pequenos cérebros a perceberem e a aprenderem (melhor “a fazer-se luz”). Foi tão giro, interessante e satisfatório!


Quiseram, depois de lermos a historia e vermos algumas imagens, repetir, já não o jogo, mas o teatro da batalha. Todos quiseram ter a oportunidade de, pelo menos uma vez,  representarem cada personagem (Moisés, os amigos que lhe seguraram as mãos, os israelitas soldados, os amolecias soldados)! Ainda bem que tenho um grupo pequeno!


O relato bíblico termina referindo que Moisés construiu um altar e deu-lhe o nome de “Senhor minha bandeira”.


Até esse dia, ainda não tinha parado e refletido para perceber qual seria o meu percurso nesta Quaresma. De repente, ao preparar este encontro de catequese e no decurso do mesmo, percebi qual seria o meu lema e objetivo para a minha caminhada desta quaresma.


Senhor, minha bandeira!” Construí uma bandeira, símbolo da vitória de Jesus sobre a morte, as trevas, as forças do mal!


E, na minha bíblia, encontrei o seguinte comentário, junto desta passagem: “a oração faz a diferença. (…) a oração faz bem à saúde emocional e física e ajuda a alcançar curas (…) A energia espiritual é uma força comprovada e poderosa. A oração nem sequer precisa de palavras.

 

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O Sol nas nossas vidas!

15.03.15, Helena Le Blanc

Deus criou todas as maravilhas em seis dias. No sétimo dia descansou. E uma dessas maravilhas é o sol, a luz.
Hoje é um dia de sol.


Eu gosto muito de sol e de luz. 


Durante uma década da minha vida, eu preferia a noite e a escuridão. Não entendia a importância e a beleza da luz.
Hoje em dia, sinto a sua falta no meu trabalho, pois o meu gabinete não têm uma janela. Há momentos de grande confusão e de alguma frustração que sinto que, os raios de sol seriam a “lufada de ar fresco” necessária para clarificar o pensamento e revigorar a energia na contínua procura de soluções.


Hoje, ao sair para ir à Eucaristia Dominical, fui buscar os meus óculos de sol. Comecei a conduzir, coloquei os óculos para logo a seguir tira-los. 


Senti um repentino roubo de cor e de alegria. Tinha deixado de ver o mundo na sua verdadeira aparência. Percebi que os óculos, apesar de existirem para nos proteger dos raios ultravioletas, também protegem o meu cérebro e a minha alma de me inebriar e enaltecer com todas as coisas que me rodeiam. Não me deixam ver, com olhos de ver, toda a natureza com a sua real cor e luminosidade natural.


Como poderei usar óculos de sol frequentemente? Como o podem fazer tantas pessoas? Não deverei só fazê-lo nos picos altos da temperatura ou nas praias e desertos em que reflexo da luz é mais intenso?!


E o meu pensamento desviou-se para outra constatação: tantas janelas fechadas! Ao observar as casas no meu trajeto, muito poucas tinham janelas abertas. O ser humano prefere viver em permanente noite e negrume? Escuridão e noite são sinónimos de trevas e de energia negativa. 


Para mim e para a minha família, o sol e a luz são alegria, inspiração e esperança.


Deus disse: Que exista a luz! E a luz começou a existir. Deus viu que a luz era boa. Deus separou a luz das trevas; à luz Deus chamou dia, e às trevas chamou noite.

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O primeiro passo para deprimir, diminuir, sofrer, invejar e maltratar o meu próximo.

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Meia luz não é luz! Deixe que a sua casa se ilumine com esta maravilha de Deus.

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 Um simples e banal limoeiro. Poderia eu ver tão belas cor com óculos de sol?

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Uma simples imagem das janelas da minha sala. Não é bonito? 

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